Abro
ao mundo
A
janela do meu ser
E
tiro lá bem do fundo
Meus
poemas para oferecer
Que
embrulho no aroma mais perfumado
Com
um laço bem apertado.
Nesses
poemas deixo expressos
Em
simples versos:
Meus
sonhos, minha fantasia,
Desejos
e alegria,
Sentimentos,
De
alguns momentos,
Minhas
paixões
E
também as emoções,
Encantamento,
E
sofrimento.
Não
sei se é ou não a realidade
Mas,
no meu coração é a verdade
Pontuada
de fantasia
E
cheia de magia.
Não
te importes se são realidade ou ficção,
Porque
elas só minhas são…
São
tão reais que as sinto
E
transmito, não minto,
São
a verdade de meu coração.
Não
te importes se são realidade ou ficção,
Porque
elas só minhas são…
São
meu desejo
São
meu querer,
São
o meu ser
E
o meu ter.
Para
mim, verdades são
Que
partilho com quem quero,
Mas,
que escolho com esmero
A
quem abro meu coração.
Não
te importes se são realidade ou ficção,
Porque
elas só minhas são…
Autor - Zélia Chamusca
Edições - Vieira da Silva

2 comentários:
Oferecer poemas é a mesma coisa que nos oferecermos a nós próprios. Quer eles sejam realidade ou ficção, porque ficção não serão mesmo. A poesia é a mais pura das realidades porque existe dentro de nós. Cada poema é um pouco de nós somos, ou fomos em determinado momento. Em suma, quando um poeta oferece um poema seu a alguém está a oferecer uma prenda inestimável e única. Poetisa Zélia será que tem algum poema menos bom? Ainda não encontrei nenhum.
Poeta Guilherme Duarte,
É como diz, realidade ou ficção é o nosso sentimento naquele momento em que o poema surge.É a sensibilidade do poeta que está presente.
Quanto a meus poemas serem bons ou não eu nunca sei.O que me parece melhor, normalmente, não o parece aos outros, e com o que me parece pior, por vezes me surpreendem.
De qualquer modo o que sei é que seus comentários são carinhosos e muito incentivantes para mim.
Grata e beijinho,
ZCH
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