domingo, 25 de abril de 2021

Em 25 de Abril de 2021

 

Hoje enquanto tomava o pequeno almoço, assisti à abertura da Sessão Solene  da Comemoração do 25 de Abril, Dia da Liberdade.

Assim que comecei a ouvir o Hino Nacional desatei a chorar, de olhos secos, sem lágrimas. Secos pela dor forte, por amar tanto o meu País, Portugal, sem que este alguma vez me tivesse dado algo.

O meu amor a Portugal é incondicional. É assim o amor verdadeiro.

Não choram os meus olhos secos, mas chora o meu coração, ao ouvir o Hino Nacional.  Chora o meu coração, repito, repleto de amor pelo Deus Criador que faz brilhar o sol neste belo país, à beira mar, no Oceano Atlântico  onde a lua depõe o seu olhar, nestas águas transparentes, belas, azuis da cor do céu a brilhar.

Este Deus Criador, Deus/Natureza, Transcendência que tudo cria  e me criou dotando-me de força e determinação, inteligência e tenacidade, para ser o que quis ser e ter tudo e, talvez, ainda mais do que quis  ser e ter.

Os jovens de hoje, não sabem o bem que têm, e o tanto que lhes é proporcionado, exigindo ainda muito mais.

Os grandes Homens e Mulheres que eu conheci viveram antes deste célebre 25 de Abril e se tornaram Grandes com a sua força para vencer todas as vicissitudes.

Conheci-os bem de perto, e tanto me transmitiram… Transmitiram-me o saber e a cultura alimentando o meu espírito sequioso pelo ser e ter que consegui pelo trabalho honesto e força, alegria e vontade de vencer.

Venci!

                                                         Zélia Chamusca

                                                        25 de Abril de 2021

 

                                                         

 

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Hoje é o Dia da Arte

 


                                 


Hoje é o dia da arte


Podemos vê-la em qualquer parte


Ela surge inesperadamente

quando se sente

a beleza  ou a tristeza

a cor e o amor ou a dor

 

Ela nasce do sentimento

num simples momento

 

Podemos vê-la na rua

pura singela nua

sob o sol a brilhar

ou iluminada pelo luar

 

Podemos vê-la dentro de nós

quando brota do pensamento

e se transforma num simples momento

em forma física material

ou mesmo imaterial

 

Podemos vê-la com os sentidos

enquanto força espontânea

que do pensamento sai

e se expressa como num ai

ficando gravada no espírito da humanidade

elevando-se até à Eternidade.

                     «»

                   Zélia Chamusca

                                      4/15/2021