Hoje enquanto tomava o
pequeno almoço, assisti à abertura da Sessão Solene da Comemoração do 25 de
Abril, Dia da Liberdade.
Assim que comecei a ouvir o
Hino Nacional desatei a chorar, de olhos secos, sem lágrimas. Secos pela dor
forte, por amar tanto o meu País, Portugal, sem que este alguma vez me tivesse
dado algo.
O meu amor a Portugal é
incondicional. É assim o amor verdadeiro.
Não
choram os meus olhos secos, mas chora o meu coração, ao ouvir o Hino Nacional. Chora o meu coração, repito, repleto de amor pelo Deus Criador que faz brilhar o
sol neste belo país, à beira mar, no Oceano Atlântico onde a lua depõe o seu olhar, nestas águas
transparentes, belas, azuis da cor do céu a brilhar.
Este Deus Criador, Deus/Natureza,
Transcendência que tudo cria e me criou
dotando-me de força e determinação, inteligência e tenacidade, para ser o que quis
ser e ter tudo e, talvez, ainda mais do que quis ser e ter.
Os jovens de hoje, não sabem
o bem que têm, e o tanto que lhes é proporcionado, exigindo ainda muito mais.
Os grandes Homens e Mulheres
que eu conheci viveram antes deste célebre 25 de Abril e se tornaram Grandes
com a sua força para vencer todas as vicissitudes.
Conheci-os bem de perto, e
tanto me transmitiram… Transmitiram-me o saber e a cultura alimentando o meu
espírito sequioso pelo ser e ter que consegui pelo trabalho honesto e força,
alegria e vontade de vencer.
Venci!
Zélia Chamusca
25 de Abril de 2021

