SOU PRESA ACORRENTADA

Sou a presa acorrentada
Na vida de liberdade
Pelo demónio coartada
Sem qualquer moralidade.
Não tem rosto, tem maldade
Não tem mais que ambição
Destruir a humanidade
Sem ter dó nem coração.
Não entendo tanto ódio
Tanta monstruosidade
Faz da Terra um manicómio
Dançando na impunidade.
Mas o Juízo Final
Brevemente irá chegar
E exterminado este mal
Nós nos iremos amar.
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