Que no sopro do vento são
levadas.
São de rosas vermelhas
perfumadas
Que na imensidão dos céus são
espalhadas.
São o símbolo do amor que em
mim ficou
E que a vida para sempre marcou.
São a luz celeste que a alma
iluminou.
São a esperança que do meu
ser brotou.
São o perfume que me inebria
e conforta.
São na vida o que de mim tudo
brota,
São a presença do amor à minha
volta,
São a força que a alma
sustem e suporta.
São estrelas cintilantes a brilhar,
São luz perene para iluminar
O caminho que tenho que
traçar
Na subida ao céu p’ra nelas
tocar.
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Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google
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