sábado, 18 de dezembro de 2021

NATAL DE 2021

  


 




Jesus volta à Terra

Lembrar-nos o amor

No mundo em guerra

Sofrimento e dor

 

Perdeu-se a moral

Solidariedade

Vencendo o mal

Matando a amizade

 

Tão grande é a dor

Que paira na Terra

Onde falta o amor

Numa grande guerra

 

Em casa fechados

Pela pandemia

Que os mal amados

Criaram um dia

 

Destruindo a Terra

E a humanidade

Nesta grande guerra

De tanta maldade

 

Do amor se esqueceram

Demónios na Terra

A moral perderam

Fazendo esta guerra

 

É assim o Natal

De confinamento

Em que tanto mal

Nos causa tormento…

            «»

Zélia Chamusca

                            Natal de 2021

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Confinamento...

 

 


Confinamento…

Palavra triste, dura, cruel, tormento…

 

À guerra fugida

das balas lançadas  por  mentes malévolas,

diabólicas, assassinas,  

numa batalha aguerrida

em que diariamente são assassinadas

milhares de pessoas inocentes,

em nada  culpadas…

 

É uma Grande Guerra Mundial

criada pelo mais feroz e fratricida animal

causando na Terra tanto mal…

 

São demónios, vindos dos infernos,

que sem dó nem piedade

querem  destruir a humanidade !…

 

É assim este Natal

Em que Jesus vem de novo para nos lembrar

Que uns aos outros nos devemos amar…

                                  «»

                                              Zélia Chamusca

                                                  Natal 2021

domingo, 31 de outubro de 2021

As tuas mãos leves como plumas

                  


As tuas mãos leves como plumas são

tocando o meu corpo ávido de ti.

 


Perfumadas na carícia da doce sensação 

de leveza como pétalas de rosas

de frescura e odor inebriante

vindo de ti.

     

São a leveza do teu ser

em espírito transparente e puro

que dinamiza o corpo em harmonia celestial

ao som dos anjos num toque de clarim…

        

São a marca do tempo cravado em mim…

                               «»

                                              Zélia Chamusca

                                           

 

 

sábado, 2 de outubro de 2021

 

                        


A GUERRA NÃO VAI ACABAR!

 

Acabou a guerra

das mentes economicistas

da destruição da Terra!

 

Mataram o inimigo

cruel e destruidor

e, sempre, sempre na luta,

lutando contigo.

 

Maior hipocrisia

descrever não consigo…

 

Mataram a economia

do vil metal

que causa tanta destruição

tanto mal…

 

Tem cautela irmão

que a guerra não acabou;

apenas te ludibriam

para ficares a sonhar

com a liberdade

e felicidade

de na Terra habitar…

 

Não te deixes enganar

porque a guerra não vai acabar

até que eles se possam saciar.

 Protege-te!                  

                    «»

domingo, 12 de setembro de 2021

Calaram-se as Vozes

  

                                                   Jorge Sampaio – “in memoriam”

                 

Calaram-se as vozes no silêncio do pensamento, momento que esperei para que minha alma pudesse falar.

Assisti, hoje, 12 de Setembro de 2021, via satélite, à homenagem  fúnebre a Jorge Sampaio, presidente da República Portuguesa, entre 9 de março de 1996 e 9 de março de 2006.

O que ouvi foi a transmissão duma imagem unânime transmitida por todos os quadrantes políticos e civis. Um homem que agradou a todos, enquanto pessoa, político, humanista e representante máximo do Estado Português.

Considerado homem de esquerda lidava com todos de igual modo, independentemente da sua forma de pensar e agir, quer fosse direita, centro ou esquerda, branco ou negro, todas as cores, nunca esquecendo os mais desfavorecidos. Era homem culto e educado, uma personalidade já muito rara, infelizmente invulgar, nos tempos de hoje, na sua forma de ser e de estar, aceitando sempre a diversidade do pensamento dos outros.

Cada um de nós é único, singular, e, esta singularidade em Jorge Sampaio refletida  na cultura, inteligência, senso e, sobretudo, no sentido humanista, deixa marcas  que o distingue na nossa democracia, a República Portuguesa,

 Ele sabia que é na diversidade que reside a perfeição.

Tudo o que disseram foi unânime, como referi no início deste texto, irrefutável, e, também eu confirmei, para mim, e, aqui manifesto, a imagem real, verdadeira e única que eu tinha deste Grande Homem, honesto, probo, altruísta e, sobretudo, humano, características que o definem como uma personalidade única.

De todo o exposto o que me tocou foi a mensagem de despedida dos seus  filhos,  Vera Ritta de Sampaio, André Ritta de Sampaio, pois, sei bem a dor que é perder um ente tão querido.

Mas, não sendo eu chorona, mesmo sentindo-me, agora, um pouco fragilizada (já está a passar…) o que me tocou mesmo e me fez brotar as lágrimas secas pela dor forte no meu peito foi o poema de Jorge de Sena, poema que eu desconhecia, dito e sentido pela grande atriz, aqui dizedora, Maria do Céu Guerra.

Não sei porque chorei…Mas este poema,"Uma pequenina luz", tocou o meu coração.

Voltando ao centro do exposto, Jorge Sampaio não morreu. Para seres como ele a morte não existe, apenas há uma transmutação.

 Jorge Sampaio continua vivo em espirito e continuará vivo para sempre enquanto existir a humanidade.

Ele nunca esquecerá os que necessitam e acreditam  -  Ouvir-vos-á, tenho a certeza.

Calaram-se as vozes; fica o pensamento.

                                                                                                        Zélia Chamusca

                                                                                                  

sábado, 10 de julho de 2021

sábado, 3 de julho de 2021

Hoje é o primeiro dia de verão de 2021

                                       



Verão? Quando ouvi noticiar que era o começo do verão nem me lembrava, pelo que estava a viver sem desfrutar do seu calor afagante que tempera o corpo e tranquiliza a alma, na encosta das fragas da montanha sagrada. Parece pleno inverno molhado e frio de inferno.

Verão sem sol, fonte de geração que tudo cria, dá vida, força e energia com a sua luz plena de alegria.

Nem me lembrava que era verão, repito, não o vejo; está escondido, como eu e muitos outros, na clausurada pandémica a que a ditadura da maldade humana nos obriga.

Fechei-me no confinamento fugida da peste, numa batalha psicológica e dura, fundamental para vencer os demónios sem rosto, devidamente identificados e, paradoxalmente, ignorados…

Confinei-me numa gruta fechada, tal eremita em permanente oração, esperando que de novo o sol se destape das nuvens negras, negras de água e fumo carregadas e, volte a brilhar para aquecer as fragas sagradas.

Eu e o sol em confinamento… Eu fechada na gruta sagrada e o sol fechado nas nuvens negras do inverno negro e triste de inferno…

O sol, fonte geradora e criadora, descobrir-se-á para voltar a iluminar e aquecer toda a natureza.

E eu continuarei a ser brindada com a luz dentro de mim iluminando o corpo e a alma e, todos nós, pelo sol revigorados, venceremos!

                                                                                                Zélia Chamusca

                                                                                                   21-06-2021

                                                                          

 

                                    

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Reciprocidade

 



            


             Estou sempre contigo

Seja em que lugar for

Trago-te sempre comigo

Pois és o meu amor.

 

Sou parcela de ti

E indivíduo eu continuando

Contigo me fundi

Neste permanente a ti me dando.

 

Sendo eu parte de ti

Como estás tu no meu peito?

Eu nunca compreendi

Este amor tão sem jeito:

 

É que estando tu sempre comigo

Eu não posso deixar de estar

 

          Sempre contigo!

 

                        Zélia Chamusca

                            

sábado, 29 de maio de 2021

“Tempus Fugit”

 




     

       No tempo que me fugiu

Correndo eu me cansei

Atrás dele tropecei

Na vida que me iludiu

E quanto mais eu corria

Mais o tempo me fugia

O que nem sequer eu via.

 

Eu queria encontrar

No trabalho a Perfeição

Mas foi tal a ilusão

Na vida feita a sonhar

Não me deixando parar

P’ra num instante pensar

Que iria eu encontrar?...

 

No tempo que já perdi

E que gastei a correr

Afinal fui esquecer

Tudo aquilo que aprendi

No muito que estudei

Na Filosofia que pensei

Felicidade encontrei.

 

A busca da Perfeição

Conseguirei alcançar

Quando no tempo parar

P’ra lenta meditação

Pois no contínuo correr

Corro o risco de perder

A essência do meu Ser.

               «»

                  

Poema de  -    Zélia Chamusca


domingo, 25 de abril de 2021

Em 25 de Abril de 2021

 

Hoje enquanto tomava o pequeno almoço, assisti à abertura da Sessão Solene  da Comemoração do 25 de Abril, Dia da Liberdade.

Assim que comecei a ouvir o Hino Nacional desatei a chorar, de olhos secos, sem lágrimas. Secos pela dor forte, por amar tanto o meu País, Portugal, sem que este alguma vez me tivesse dado algo.

O meu amor a Portugal é incondicional. É assim o amor verdadeiro.

Não choram os meus olhos secos, mas chora o meu coração, ao ouvir o Hino Nacional.  Chora o meu coração, repito, repleto de amor pelo Deus Criador que faz brilhar o sol neste belo país, à beira mar, no Oceano Atlântico  onde a lua depõe o seu olhar, nestas águas transparentes, belas, azuis da cor do céu a brilhar.

Este Deus Criador, Deus/Natureza, Transcendência que tudo cria  e me criou dotando-me de força e determinação, inteligência e tenacidade, para ser o que quis ser e ter tudo e, talvez, ainda mais do que quis  ser e ter.

Os jovens de hoje, não sabem o bem que têm, e o tanto que lhes é proporcionado, exigindo ainda muito mais.

Os grandes Homens e Mulheres que eu conheci viveram antes deste célebre 25 de Abril e se tornaram Grandes com a sua força para vencer todas as vicissitudes.

Conheci-os bem de perto, e tanto me transmitiram… Transmitiram-me o saber e a cultura alimentando o meu espírito sequioso pelo ser e ter que consegui pelo trabalho honesto e força, alegria e vontade de vencer.

Venci!

                                                         Zélia Chamusca

                                                        25 de Abril de 2021

 

                                                         

 

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Hoje é o Dia da Arte

 


                                 


Hoje é o dia da arte


Podemos vê-la em qualquer parte


Ela surge inesperadamente

quando se sente

a beleza  ou a tristeza

a cor e o amor ou a dor

 

Ela nasce do sentimento

num simples momento

 

Podemos vê-la na rua

pura singela nua

sob o sol a brilhar

ou iluminada pelo luar

 

Podemos vê-la dentro de nós

quando brota do pensamento

e se transforma num simples momento

em forma física material

ou mesmo imaterial

 

Podemos vê-la com os sentidos

enquanto força espontânea

que do pensamento sai

e se expressa como num ai

ficando gravada no espírito da humanidade

elevando-se até à Eternidade.

                     «»

                   Zélia Chamusca

                                      4/15/2021 

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Dentro de casa com trancas fechadas

 

Gasta-se a vida sumida, e não volta,

Na angústia permanente que se sente…

Tamanho é o medo e grande a revolta!

Tão longe… Afastada… De tudo ausente…

 

Voam pelos ares, enfurecidos,

Disseminando a pandémica peste!

São demónios sem rosto, enraivecidos!

Para que no mundo nada mais reste!

 

Dentro de casa com trancas fechadas

Fugindo ao terror de mentes malvadas!

Almas penadas não têm perdão!

 

Lançam no mundo tão cruel maldade

Para exterminar a humanidade!

Demónios sem rosto; cobardes são!

                          «»

                      Poema de -      Zélia Chamusca

                               

 

 

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Está negro o inverno

 


 


Está negro o dia

de inverno frio

triste e gelado,

pela chuva molhado…

 

Está negra a natureza

de troncos nus, despida,

seca,  ressequida,

desfolhada,

de gelo salpicada

à espera do sol

para se aquecer

e poder reflorescer.

 

Está negra 

a natureza humana doente

por tanta dor  que sente

neste mundo cruel,

feroz, que dói

mata e destrói.

 

Tudo é sofrimento

e  tormento

neste inverno

de inferno

em que o amor sumiu

nas brumas negras

da tempestade demoníaca

das almas penadas,

amaldiçoadas…

      «»

                Zélia Chamusca

                      2021-01-21

domingo, 10 de janeiro de 2021

Oh! Que ditosa ignorância!

    

       


Muito pouca inteligência

Eu vejo em cada dia

Chego a pensar que é demência

Consequência da pandemia


Não sei bem, seja o que for

Da pandemia ou não

Apenas me resta a dor

Que trago no coração.


Oh! Que ditosa ignorância

Perdida em convencimento!

Só ages pela ganância

Sem qualquer merecimento!

              


                            Zélia Chamusca

                                2020-12-17

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

A Matança dos Inocentes

                                

Por Zélia Chamusca


Ainda estamos no Natal, cuja celebração decorrerá até 6 de Janeiro, dia dos Reis Magos, que não eram reis mas, simplesmente, magos, adivinhos, astrólogos, que profetizaram o nascimento de Jesus na cidade de Belém, na Judeia. Estes foram dar a conhecer a Herodes o importante acontecimento profético que tiveram, bem como a intenção de irem visitar o Menino, recém-nascido, Rei dos Judeus.

Logo que Herodes soube da profética notícia, receando que o recém-nascido viesse a ser um potencial usurpador do poder, pediu-lhes que o avisassem quando o tivessem encontrado porque também lhe queria prestar homenagem.

Os Magos partiram então, nos seus camelos, seguindo a Estrela do Oriente e, finalmente, chegaram ao Egito.

Quando entraram em casa viram o Menino com sua Mãe, Maria. Ajoelharam-se diante d’Ele e prestaram-lhe homenagem….”(Mateus 2:11)

Presentearam-no com ouro, incenso e mirra.

Estes presentes, segundo a tradição daquele tempo, significam o reconhecimento da realeza, divindade e plena humanidade.

Após a visita, os Magos pensando numa possível má intenção de Herodes partiram por outro caminho, diretamente, para suas casas.

Quando Herodes soube que os Magos, guiados pela Estrela do Oriente encontraram o Menino e partiram para suas casas não lhe tendo dito nada, ficou tão furioso que mandou matar todas as crianças, com  idade inferior a dois anos, em Belém e povoações próximas.

A matança dos inocentes, bem como o episódio da Estrela do Oriente e dos Magos, pertence ao evangelho de S. Mateus. Nenhum outro apóstolo o descreve não sendo por isso considerado verdadeiro. Na lógica da investigação histórica diz-se que «testis unus testis nullus», um só testemunho não serve de prova.

Dizem, ainda, que a matança não foi significativa dado o pequeno número de habitantes da aldeia de Belém e por isso não passou nos anais da história.

Mas, na verdade é que temos conhecimento do episódio através do evangelista Mateus como atrás referido.

Jesus nasceu  em Belém e Maria e José tendo tido conhecimento da intenção de Herodes, através de sonho, fugiram com o Menino para Jerusalém salvando-o da crueldade de Herodes que receava perder poder, pois as profecias diziam que ele era o Rei dos Judeus, como atrás referido.

Só voltaram à Palestina após a morte de Herodes tendo José tido conhecimento através de sonho.

Jesus nasceu e viveu na antiga Judeia, Palestina sob a ocupação romana, num contexto social cultural e político muito difícil. Um país em guerra, fome e pobreza extrema, agravado por lutas internas, corrupção económica, etc.

Hoje, há já 2021 anos passados, o povo judeu não saiu da miséria envolvido permanentemente  em lutas internas e,  desde 1948  na maior destruição e sofrimento  motivados pela ocupação  do Estado de Israel, na Cisjordânia e  Faixa de Gaza.

Jesus, Mensageiro de Deus, veio ao mundo para realizar a libertação e salvação do povo Judeu, através do estabelecimento da Nova Aliança, o Reino de Deus. Jesus Cristo é expressão dessa Aliança entre Deus e os homens.

Deus queria reunir toda a humanidade como uma família em que todos fossem chamados a viver como irmãos, repartindo entre si todos os bens da Terra.

É a esta partilha e fraternidade que se chama a Nova Aliança, o Reino de Deus.

Poderemos entender aqui, a ação desenvolvida por Jesus num contexto de luta de classes em que a exploração do humano era, na altura, evidente e, infelizmente, assim continua em todo o mundo.

Continua a exploração humana movida pela mesma força – a força do Poder Económico que predomina sobrepondo-se a todos os poderes.

A matança dos inocentes já não visa, apenas, as crianças até aos dois anos de idade, mas todos indiscriminadamente, sendo alguns, que tendo nascido há mais tempo, a que chamam velhos ou idosos, considerados alvos a abater. Estes muito trabalharam para que os seus filhos e a sociedade atual usufruíssem de privilégios que eles nunca usufruíram, e, tanto contribuíram para agora virem a ser  estigmatizados pela idade  sendo tratados como farrapos por esta mesma sociedade.

Toda e qualquer ocupação ou guerra é movida pela força do poder económico.

A ocupação não é apenas na Palestina é, agora, total, é em todo o planeta Terra onde a mesma força, o Poder Económico, que dizem ser um inimigo sem rosto, de que não se fala, não se sabe quem  move esta Grande Guerra Mundial.

Hoje, já não é apenas a matança dos inocentes que foram tão poucos que por esse motivo apenas o apóstolo Mateus nos relata o episódio e se refere ao poder de Herodes; hoje, repito, ninguém fala, nem sabe quem é o inimigo sem rosto que gerou esta guerra económica/biológica que atinge, sem dar tréguas, todo o planeta Terra em que estamos a viver.

Ninguém fala no Poder Económico que se sobrepõe a todos os poderes e em especial ao Poder Politico.

Os governos limitam-se ao primordial; o empenho na luta contra o possível sufoco provocado pela subserviência económica, salvando vidas nunca descurando o aspeto económico.

Não se combate o inimigo aniquilando-o, não. É uma força misteriosa que, com asinhas nos pés, ataca silenciosamente, pela calada da noite e, como tal, ninguém conhece. Transcende todo o poder político como sendo uma aceitação pela fé, sendo um dogma.

Esta força misteriosa, o poder económico, que mata no mundo milhões de inocentes todos os dias, parecendo querer destruir a humanidade, irá permanecer entre nós até à consumação total.

Restarão, apenas, os donos do mundo e os que trabalham para eles mantendo o funcionamento do sistema económico/capitalista. Como se isso fosse possível…

Estes, os que trabalham, ficarão à espera, “ad aeternum”,do milagre, não das rosas, mas, do Reino de Deus em que os bens da Terra sejam partilhados por todos.

Como atrás referido, Deus queria reunir toda a humanidade como uma família em que todos são chamados a viver como irmãos, repartindo entre si todos os bens da Terra.

É a esta partilha e fraternidade que se chama o Reino de Deus.

Jesus veio ensinar-nos o caminho para lá chegarmos através da mensagem que nos deixou:

Dou-vos um mandamento novo: Amai-vos uns aos outros. Assim como Eu  vos amei, também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13.35)                                          

                                                             Zélia Chamusca                               


Bibliografia: Novo Testamento, Paulus Editora, 2015.