Partindo do nada
uns São sobretudo
e outros não são nada
pensando ser tudo
É visão errada
dos que nada são
nesta caminhada
sem definição
Partimos do nada
livres para ser
porque sendo nada
tornamo-nos ser.
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Zélia
Chamusca

8 comentários:
Zélia...
Somos um fragmento de sombra, buscando um raio de luz... entre o tudo e o nada!
Um abraço,
A.S.
O "livres para ser" contém a essência do pensamento. Na verdade, somos nada e somos tudo, na individualidade. Muito belo, Zélia! Bjs.
Olá! Marilene! Que bom revê-la por aqui!
Este poema não é para todos entenderem…
É sim para pessoas como a Marilene.
O pensamento, aqui exposto, insere-se no conceito existencialista do ser de que Sartre é criador. Nós nascemos e só depois vimos a ser, a definirmo-nos, essencializando-nos, tornando-nos aquilo que quisermos ser através da liberdade. Como diz Marilene "livres para ser". Eu sou o que sou porque eu quis ser aquilo que sou e, ao sê-lo sinto-me feliz. E, feliz também com a presença de Marilene! Beijinho,ZCH
Obrigada Amigo A.S. pelo seu reflexivo comentário tal como o próprio poema também o é.
ZCH
Olá!
Somos um livro aberto, onde vamos escrevendo...
Minhas saudações!
Vieira Calado,
Somos, alguns... de almas transparentes e verdadeiras...
Abraço fraterno,
ZCH
Uau, poeta. Que lindo...
Zélia, obrigado pelos
versos que pôs brilho nos
meus olhos. Adorei.
Ah, estou te seguindo e
se não for pedir muito;
me siga também, vai.
Um beijo.
Você foi lá, eu vi e fiquei
todo bobo, ah, se fiquei...
Obrigado, você, com a sua
beleza e as suas palavras
deu brilho àquele lugar.
Um beijo.
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