É crime maior e fatal,
Que persiste em arrasar
Tudo, pelo que eles ganham…
Tão destruidor e brutal…
Não dá para imaginar
O crime que todos calam…
Cala o governo e a assembleia
E o povo eles adormecem
Não falando com clareza,
Lançando ideia e mais ideia,
Sem pensar no que merecem
Animais e natureza.
Bem fechado e sigiloso
E à nossa volta evidente,
Surge na noite calada
Tão hediondo e tão
monstruoso
Na dor grande que se sente
E ninguém dele diz nada…
Toda a criação em cinzas jaz.
Por toda esta destruição
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Poema de - Zélia Chamusca
2 comentários:
Mais um belo poema sobre um tema presente. Na realidade parece, às vezes que à gente a olhar para o lado. Incendiários à solta, que os subsidia a rirem-se dos portugueses. A justiça (ela existe?) prende a algema um homem por ter roubado dois pães!. O resto dos corrutos, ladrões e até assassinos, passeiam-se com um sorriso nos lábios. Pobre país o nosso. Tão mal tratado anda!
Muito grata, Neca Ferreira pelo seu importante comentário. É exatamente o que diz.
Felicito-o pela coragem em denunciar tal como eu o faço. Medo? De quê? O que estamos nós cá a fazer?
Porque deixam que lhes calem a boca?
Já ouvi muitos comentários dizendo a verdade que é evidente em todos e, depois, calam-se... Porquê? ganham com isso? Ficam com a consciência tranquila por calarem um dos maiores crimes destruidores da natureza, dos bens dos pobres,e dos próprios pobres a quem tiram tudo do trabalho de uma longa vida.
Prendem os pobres incendiários materiais. Isto é folclore. Não são estes que devem estar presos. Eles, os que têm o poder, sabem bem quem eles são! Eu tenho vergonha que isto aconteça no meu país!
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