domingo, 4 de março de 2012

Na vida tudo é mutável





NA VIDA TUDO É MUTÁVEL



A vida é permanente dinâmica,

É vida!...

Tudo passa,

Tudo se recria,

Tudo renasce!...



Se até nós passamos…

Como não passar connosco

A alegria

E a tristeza,

O prazer

E a dor?



Tudo passa

Com efeito,

E, tudo se renova,

Se recria,

Na magia

Da vida

Sentida

E vivida

Que é um renovar

Eterno e permanente,

Vivido pela gente!...



Na vida

E na própria Natureza

Tudo é mutável

E é esta mutabilidade

Que explica a eternidade!... 
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Poema de - Zélia  Chamusca
Da  obra - A Nossa Antologia
XVI Volume - Associação Portuguesa de Poetas



        






8 comentários:

Anónimo disse...

Bonito e profundo. A vida é de facto uma renovação constante, fisica e emocionalmente. Há momentos de esperança e de desalento, de alegria e tristeza. Mascomo eu costumo dizer, se um dia está cinzento e chuvoso, triste, no dia seguinte o sol brilhará de novo e a alegria regressa. Adorei...como sempre.

Deijinho grande

Zélia Chamusca disse...

É sempre um enorme prazer e um grande incentivo para mim receber tão agradáveis comentários do Grande Poeta Guilherme Duarte.
Grata e beijinho,
ZCH

Rosa Fonseca disse...

O seu poema tem a força da mudança,da renovação.Da vida em circulo...num giro alucinante de viver...Não sou poeta,mas aprecio o sentir das palavras.
Rosa Fonseca

Zélia Chamusca disse...

Rosa Fonseca,
Sinto que tem a poesia dentro de si porque a sente.
E, porque tal como eu sente as palavras, é sim poeta, basta mostrar-se através da sensibilidade de que é dotada.
Espero ver esrito um poema seu.
Está bem?
Eu aguardo...
Grata por seu comentário e beijinho,
ZCH

Rosa Fonseca disse...

zÉLIA,sinto as palavras a flutuar em mim,sofrega de as despejar...
Escrevo há muitos anos,para mim mesma,Ultimamente tenho publicado no Facebook e num simples blog.
Sem querer tomar o seu tempo,deixo alguns fragmantos de mim.
Muito agradecida,pelo seu carinho.


No olhar traz a imensidão dos beijos
Fugidios ao entardecer
Quando tudo é tempo
É encontro
É longuíssima carícia…
Quando tudo é chama
É corpo
E abandono a derramar prazer…
Quando tudo se prolonga
Para lá da sua presença
E a tarde dilui-se gotejante
A convidar um passeio no seu olhar…

Rosa Fonseca, "Sentires"

Zélia Chamusca disse...

Grande Poeta Rosa Fonseca!
Extraordinário seu poema!
Parabéns!
Indique-me seu blog para eu ver mais poemas.
Beijinho,
ZCH

Rosa Fonseca disse...

Zélia,as suas palavras são um enorme afago e incentivo.Agradeço desta forma humilde,a possível, de momento.
Beijinho,
Rosa Fonseca

VISTO DO CÉU

http://dolce_vita.blogs.sapo.pt

Anónimo disse...

Simplesmente,maravilhoso.
Boa 💙❤💙

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