O lauto jantar dos sádicos
foi manjar de néctar e
ambrósia
sentindo-se deuses no Olimpo
no que era lugar de culto
agora venda do produto
da mente de prostituto
transformado em botequim
Nunca vi nada assim
Com as almas repousando
inebriados iam degustando
a indignidade do lauto
repasto
de mentes diabólicas
e pensamento nefasto
onde parem jumentos
ao som de tormentos
causados por mentes
de malévolos entes
à luz de círios gigantes
do tamanho da insensatez maldita
que os cega pela desdita
de tanto mal
que causam neste Portugal
«»Fonte de imagem - Google

2 comentários:
Brilhante e oportuno.
Gostei imenso, parabéns.
Boa semana, amiga Zélia.
Beijo.
Olá, Grande Poeta,Jaime Portela!
Fico feliz por ter apreciado este poema sem poesia, triste e, infelizmente, de contexto tão real.
Beijinho,
ZCH
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