Neste oceano imenso perco o meu olhar
Além do horizonte eu quero chegar
P’ra o imaginário poder desvendar.
A luz do sol nas cristalinas águas
De pequenas ondas fugazes, fátuas,
Leva nela todas as nossas mágoas.
E os seus raios descendo sobre o mar
Parecem querer nele mergulhar
Para as profundezas iluminar.
As gaivotas sobrevoam de contentes
Os salpicos de prata reluzentes
De beleza suprema omnisciente.
Lá longe navega uma nau pequena
Na cristalina água tão calma e amena
Onde o olhar se perde e a alma acalma e serena.
Fonte de imagem -Google

2 comentários:
Sim! "neste oceano imenso perco o meu olhar/Além do horizonte eu quero chegar/P'ra o imaginário poder desvendar". Muito belo este poema, cara amiga.
Olá, Amigo Neca Ferreira, foi nesse ambiente que escrevi o poema. Como não consigo estar parada mesmo no descanso tenho que fazer algo, e, escrevi. Grata pela sua presença e comentário. ZCH
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