Que no sopro do vento são
levadas.
São de rosas vermelhas
perfumadas
Que na imensidão dos céus são
espalhadas.
São o símbolo do amor que em
mim ficou
E que a vida para sempre marcou.
São a luz celeste que a alma
iluminou.
São a esperança que do meu
ser brotou.
São o perfume que me inebria
e conforta.
São na vida o que de mim tudo
brota,
São a presença do amor à minha
volta,
São a força que a alma
sustem e suporta.
São estrelas cintilantes a brilhar,
São luz perene para iluminar
O caminho que tenho que
traçar
Na subida ao céu p’ra nelas
tocar.
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Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google
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4 comentários:
As pessoas são diferentes. Enquanto as vulgares vêm na atmosfera a poluição e as núvens anunciadoras de tempestade, uma alma apaixonada vê beleza de rosas que lhe iluminam a vida e o caminho para o éter.Como a poesia é bela e divinal na mente dos poetas do Bem e do Amor! Que Deus mantenha em bom funcionamento e por muitos anos a veia da poetisa Zélia Chamusca para nos inebriar com as suas obras.
Desejo-lhe um bom fim de semana florido.
Surpresa!
Há quanto tempo não era contemplada com um comentário deste Ilustre Amigo, A. João Soares!
Por vezes é mesmo necessário termos sensibilidade para vermos o belo da vida mesmo quando ela é bem negra.
Quando se tem a capacidade de conseguir transmitir o resultado desta sensibilidade, sai um poema como este.
E quando se recebe a graça de saber que a mensagem conseguiu chegar ao leitor é uma felicidade incentivante que incita a continuar a olhar e ver que nem tudo é negativo no mundo que nos rodeia.
Muito grata por seu comentário.
Beijinho,
ZCH
Lindos versos que por momentos nos levam ao lado bom é belo da vida.Te abraço
Pena que nem sempre a vida nos permita esta visão…
Grata, Querida Poetisa, Marcia Portella.
Beijinho,
ZCH
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