sábado, 12 de janeiro de 2019

Posfácio

Pela Autora

 
 Da obra  - " A Poesia Brota do Pensamento e Flui na Sensibilidade"

                                            
Um livro de poemas, tal como a pintura ou a escultura, é uma obra de arte, uma criação literária e, como tal, é na sua essência, única, individual.

O termo poesia tem origem no étimo grego “poeisis” que significa criação e assenta em valores estéticos “aesthesis” que significa conhecimento sensorial, sensibilidade.

Já o referi noutras obras anteriores e nunca é de mais lembrar que:        

A poesia é a arte, o poema é a obra.

A poesia manifesta-se através da beleza formal das palavras e do seu ritmo musical, da emoção, do encantamento e da sensibilidade estética das imagens. É nesta manifestação que se caracteriza quanto à sua especificidade literária como obra de arte.

 A poesia brota do pensamento e flui na sensibilidade a sexta obra poética de Zélia Chamusca não se subordina a qualquer escola ou estilo, ela é fruto da sensibilidade poética e estética da autora, da sua cultura, do seu sentimento, da forma como vive e do seu olhar sobre o mundo e as coisas.

Uma das características dos românticos é a libertação da necessidade de seguir formas reais de intuito humano, abrindo espaço para a individualidade manifesta nas próprias emoções e sentimentos.

Assim, ao analisar o conjunto dos poemas que compõem esta obra sobressai o género lírico, enquanto expressão do sentimento, pelos seus diferentes temas, traços, formas e ritmos, em que a autora expressa um estado de alma, de alegria ou tristeza, de felicidade ou depressão, em qualquer dos sentimentos, vistos poeticamente como fonte de prazer estético e não como objeto de conhecimento racional.

Todas estas características definem a obra como essencialmente romântica.

O romântico analisa e expressa a realidade por meio dos sentimentos. Só mediante a sensibilidade, o sentimento e a emoção, o autor consegue traduzir aquilo que ocorre no seu interior, no seu “eu poético” ou “eu lírico”.

Por outras palavras, os poemas expressam o sentimento e as emoções da autora  e são como um relato de uma vida.

Toda esta obra evidencia características românticas quer quando a autora interage com a natureza personificando-a, criando uma entidade fictícia, quer pelo sentimento exacerbado, ou o seu eu poético, a voz da poesia, que funciona como a expressão mais pura do estado do espírito da autora.

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 Deixo-vos a minha análise, aos meus próprios poemas, feita em terceira pessoa porque me parece a melhor forma de encontrar maior distanciamento de mim própria, de forma a ser mais consentânea e verdadeira sobre o que escrevi, que considero o reflexo no espelho da alma, em que me identifico e reconheço na essência da sensibilidade.

Espero que cada um de vós, leitores, a faça também e que a leitura vos proporcione momentos de verdadeiro prazer poético.

                                                                                   Zélia Chamusca

 

 

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Preâmbulo


 Da obra  - A Poesia Brota do Pensamento e Flui na Sensibilidade
 
Ao falar de poesia não posso deixar de começar por fazer uma breve referência histórica e o seu significado relativamente a este género literário e artístico.
A poesia (do grego “poiesis”) significa processo criativo em forma de arte, e é em literatura uma forma de expressão artística, é arte em palavras enquanto expressão do sentimento, quer seja através da linguagem escrita ou falada.
Enquanto género literário manifesta-se, normalmente, em verso podendo também expressar-se em prosa.
Os textos literários poéticos definem-se em função do seu conteúdo dividindo-se em três categorias básicas, géneros ou formas, que tiveram origem na antiga Grécia e subsistem até aos nossos dias.
Estas três categorias básicas são:
 - O género lírico é uma forma poética em que o autor revela a sua sensibilidade no que concerne ao mais profundo do seu “eu lírico”, (entenda-se “eu lírico” como a voz da personagem criada pelo autor do poema e não a voz do próprio autor) extravasando sentimentos e emoções através duma expressão verbal ritmada e melodiosa.
Este género era cantado e recitado pelos “aedos”, poetas gregos da época primitiva, ao som da lira, (donde originou a palavra – lírico), o instrumento musical de cordas mais popular daquela época.
A “Poética” (ποιητική) de Aristóteles, que surgiu, provavelmente, entre os anos 335 e 323 a.C. é um conjunto de aulas em que ele nos fala deste género literário.
O género lírico perpetuou-se por vários estilos literários, atingindo a contemporaneidade e destacando-se, entre as várias formas, o soneto (em italiano Sonetto, pequena canção) que é de origem italiana e surgiu no século XII;
- O género épico é considerado a mais antiga manifestação literária, uma narrativa feita em verso relativa a acontecimentos grandiosos, históricos, lendários ou mitológicos e referentes à figura de um herói.
Homero (século IX ou VIII a.C.) foi o fundador da poesia épica, o maior e mais antigo dos poetas gregos a quem se atribui as obras-primas a “Ilíada” e a “Odisseia”.
A “Ilíada” descreve os acontecimentos da “Guerra de Tróia”, que teria ocorrido no século XIII a.C. e as aventuras entre os guerreiros gregos e troianos;
A “Odisseia” descreve a aventura do herói “Ulisses”, no seu regresso à ilha de Ítaca, após a Guerra de Tróia.
Mais tarde surgiram diversos autores épicos, entre eles, Virgílio (século I a.C.) que escreveu a "Eneida" onde narra a história de Roma desde a origem, o poder e a expansão do Império Romano. O nome desta obra tem origem em “Enéas” (ou Enéias), herói troiano sobrevivente da guerra de Tróia, e está relacionada com as façanhas e feitos realizados por este herói que sendo humano chegou a ser considerado por muitos como um semideus.
Muitos séculos depois surgiu, o grandioso épico, expoente máximo da literatura portuguesa, Luís Vaz de Camões (século XVI) que escreveu "Os Lusíadas” que ganharam diversas versões teatrais em diferentes épocas da história, tanto em Portugal como no Brasil.
Não posso deixar de referir que “Os Lusíadas”, não são apenas uma epopeia, são também lirismo do mais perfeito que poderemos encontrar em toda a literatura. Podemos orgulhar-nos de que, no mundo, nunca houve nenhum poeta tão grandioso como Camões no seu génio épico e lírico.
É de referir, também, no século XVII, o épico inglês John Milton com a obra “O Paraíso Perdido”;
- O género dramático, de drama, um acontecimento triste de grande intensidade emocional, é o género literário essencialmente concebido para representação teatral.
Estes géneros subdividem-se em vários estilos ou subgéneros de que não irei falar dado que pretendo, apenas, dar uma ideia sintética do que é a poesia enquanto género literário.
A poesia é por excelência a expressão teatral pela predominância da musicalidade das palavras e da estrutura do poema que proporcionam a facilidade de memorização.
Os gregos, inicialmente, abordavam, apenas, dois tipos de peças teatrais: a comédia e a tragédia tendo esta evoluído, mais tarde, para o drama que teve início com a encenação em cultos à divindade.
Algumas peças teatrais são bastante conhecidas e lidas ainda hoje, por serem marcos da dramaturgia da época que na altura eram escritas em versos de escrita rígida obedecendo a métrica.
Temos como exemplo as tragédias:
“Prometeu acorrentado” de Ésquilo; “Édipo-rei” e “Electra” de Sófocles; “Medeia” de Eurípedes.
Estes autores são de capital importância no teatro grego e hoje considerados expoentes máximos da dramaturgia grega, tendo sido estas quatro tragédias gregas de primordial importância dado que foram o embrião da filosofia antiga que, através de Sócrates e Platão, considerados os primeiros filósofos, norteou, até aos nossos dias, todo pensamento filosófico ocidental.
O género dramático é, como atrás referi, uma evolução da tragédia.
Temos como exemplo desta evolução:
A peça “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, foi escrita baseada num poema, de Artur Brooke, (poeta inglês, de quem pouco se sabe, sendo o único trabalho conhecido, A Trágica História de Romeu e Julieta, publicada em 1562), e chegou ao palco sob a forma dramática tendo recebido  outras personagens  e tramas;
Falar de poesia - A “Sexta Arte”, Literatura (palavra) - seria um nunca mais acabar.
Depois desta breve síntese do que é a poesia enquanto género literário, deixo-vos os meus poemas, a que me refiro no Posfácio desta obra, esperando que vos seja agradável oferecendo-vos momentos de leitura de perfeito prazer poético.
                                                                         Zélia Chamusca
 

domingo, 30 de dezembro de 2018

Verdade, mito e magia do Ano Novo


  Por Zélia Chamusca
 
O Ano Novo insere-se no contexto temporal das festividades do Natal que o antecede com o nascimento de Jesus, não se sabendo ao certo quando nasceu é celebrado a 25 de Dezembro. Trata-se de uma festa religiosa celebrada, em todo o mundo, pelos cristãos.
 As festividades natalícias terminam, em Portugal, a 6 de Janeiro, dia de Reis, dos Reis Magos que, na verdade, não eram reis, mas apenas, magos que teriam profetizado a vinda do Messias, Jesus, que defendeu os pobres, libertou os presos e os oprimidos, recuperou a vista aos cegos, defendeu a mulher adultera e, tendo cumprido a Sua Missão, deixou-nos uma Mensagem de Amor. Disto nos falam as escrituras. Na verdade, Jesus foi um defensor do pobre, do indefeso, e, por isso, foi pelo Poder Romano morto na cruz ladeado por dois ladrões também condenados e mortos.

Jesus foi Homem e Espírito Superior que, no cumprimento da Sua Missão, repito, nos deixou  uma Mensagem de Amor:  

 “Eu vos dou um mandamento novo: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (João 13,34).


O Natal é envolto em mistério, mito e verdade. Mas, não irei falar nisso, em mistério, porque o tema aqui pretendido é “verdade, mito e magia do Ano Novo”.


A Verdade do Ano Novo
A ciência da astronomia diz-nos que o Ano Novo é um recomeço do percurso dum ciclo completo da Terra, em torno do sol, no seu movimento de translação (e, simultaneamente, de rotação em torno do seu eixo) que tem a duração de 365 dias e mais umas 5 horas e alguns minutos. Esta duração não é exatamente igual em todo o mundo, é, meramente, convencional. Em Portugal e na maioria dos países que seguem o calendário Gregoriano de origem europeu, começa a 1 de Janeiro e termina a 31 de Dezembro.
 
Esta é a verdade, a realidade científica do Ano Novo que é recomeço, renovação manifesta na própria natureza e, consequentemente, o reinício da calendarização.
 
Todo este recomeço é culturalmente envolto em infindáveis mitos e superstições variáveis face à cultura especifica de cada sociedade, sendo a celebração festiva do acontecimento, começo de um novo ciclo, Novo Ano, revestida de imensa magia em todo o mundo.
 
É uma festa de luz, de cor, de som, de alegria, de beleza, a sinestesia mais perfeita que se poderá descrever.
 
Toda a festividade do Ano Novo, festa do fim de um ciclo e recomeço de outro, do movimento da Terra em torno do sol, com tanta beleza, cor e alegria é assente em mito e magia.
 
Mito e magia
O Ano Novo é entendido culturalmente, em todo o mundo, como o começo de uma nova era.  É o mito da transformação magicamente esperada.
 
É o pensamento coletivo de que tudo vai mudar para melhor, sem nada termos feito para isso, mas, apenas, por pura magia. Por exemplo: 
 
Se eu me vestir de branco irei ter paz, se me vestir de amarelo irei ter dinheiro, se comer romãs serei afortunada, se comer frutos secos, nozes, figos, e as doze passas de uva exatamente à meia-noite, terei um Novo Ano cheio de prosperidade. E se beber champanhe, todos os males do ano velho serão afastados, etc., etc.
 
Existem imensos mitos conforme a cultura do povo que celebra este acontecimento meramente astronómico, da passagem de um ciclo a outro.
 
Como já referi no artigo anterior que escrevi “O Mito do Natal”, o mito é suposto ser uma verdade absoluta quando se trata de um acontecimento religioso. Ainda hoje, nos nossos dias, assim é. Sendo o Ano Novo a continuidade das celebrações natalícias, consideradas verdadeiras porque sagradas, tudo o que, culturalmente nos foi transmitido vai sobrevivendo através dos séculos, porque, repito, cultural e religioso. Tudo o que é religioso nunca é visto aos olhos da racionalidade, mas sim da fé. São dogmas e, estes aceitam-se ou não se aceitam. A maioria aceita, porque é o poder da cultura. É a cultura que constituindo um fenómeno de socialização confere à pessoa a humanidade. 
 
Porém, toda esta festividade não é mais que uma alienação momentânea em que se esquece tudo e se brinca e se diverte porque é festa!
 
 A superstição de que tudo vai ser melhor sem nada fazermos para isso, não é mais que a Magia do Ano Novo, é o que se pensa, mas nada acontece contrariando as leis naturais esperando que a magia aconteça.  Não se muda o mundo por a Terra recomeçar o seu movimento de translação à volta do sol, ou afastarmos todos os males se brindarmos com espumante, ou concretizarmos os nossos sonhos comendo frutos secos; mas sim, concretizá-los-emos e mudaremos o mundo se tivermos trabalhado para isso e seguido Jesus na Sua Mensagem e,  se não conseguirmos amar os outros, comecemos por nos amarmos a nós próprios porque se não nos amarmos a nós próprios nunca poderemos amar alguém.

Lembremo-nos que o Amor é a fonte de todo o bem.
 
Santo Agostinho diz-nos:
 
“Ama e faze o que quiseres, porque desta raiz só pode nascer o bem”
 
Tenha um Feliz Ano Novo

                                                                    Zélia Chamusca

                                                                                  Ano Novo de 2019

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domingo, 23 de dezembro de 2018

Que presente Lhe vais dar






 
Os clarins estão tocando

Lindos anjos a cantar

Os reis magos vão chegando

Seguem a estrela a brilhar.

 

Eles levam seus presentes

Vão o Menino adorar

E tu, que esta festa sentes

Que presente Lhe vais dar?

 

O Menino vai nascer

P’ra Sua Mensagem nos dar

Todos vamos aprender

Como nos vamos amar.

                  «»

                             Zélia Chamusca
                                 Natal de 2018
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sábado, 8 de dezembro de 2018

O Mito do Natal


 
por  Zélia Chamusca 
                                 

No século XIX o mito era tudo o que se opunha à realidade, ou seja, fundamentava-se numa história fictícia passada, “in illo tempore”, em tempos remotos.

Por exemplo: a história da criação do ser humano, isto é, a criação de Adão e Eva, contida no livro primeiro da Bíblia, o Génesis; e, o mais antigo tratado da mitologia grega, a Teogonia que significa criação dos deuses, de Hesíodo, grande poeta contemporâneo de Homero, século VIII a.C., em que narra a criação do mundo a partir dos primeiros deuses, são mitos fictícios, acontecimentos fabulosos, não reais.

Do mesmo modo para o cristianismo primitivo tudo o que não tinha fundamento lógico, racional, era considerado falso: era uma fábula. Porém, o estudo dos etnólogos levou-os a refletir sobre esta herança semântica resultante da polémica cristã e do mundo pagão, passando o valor do mito a ser considerado a própria fundamentação da vida social e cultural de um povo. Ora, um  facto que se nos depara desde o inicio, para estas sociedades primitivas,  é que o mito era suposto ser uma verdade absoluta enquanto narração de um acontecimento sagrado.

E ainda hoje, repito, o mito é suposto ser considerado, nessas mesmas sociedades, como a verdade absoluta, porque conta uma história sagrada, ou seja, uma revelação transcendente que ocorreu na aurora do tempo. É uma narrativa lendária que corresponde à tradição cultural de um povo que explica a origem do mundo e de toda a natureza, não pelo pensamento, pela razão, ou pela inteligência, mas, explica-a através do apelo ao sobrenatural e, ao misterioso e, tratando-se de uma história sagrada é considerada real, verdadeira.

Ora, sendo uma história real e sagrada o mito torna-se exemplar e passível de repetição porque serve de modelo e justificação ao comportamento humano seguindo ações exemplares de um deus ou herói passadas em tempos remotos.

Dá-se assim uma inversão de valores, seguido pelas sociedades tradicionais e nas nossas ditas sociedades modernas; o que era considerado fictício passou a ser verdade absoluta quando se refere a uma história sagrada.

Aplicando este estudo ao caso vertente, o mito do Natal, o nascimento de Jesus, enviado de Deus, que veio ao mundo para nos ensinar a amar, que bom seria que adotando um comportamento mítico seguindo Jesus, tornássemos este mito do Natal num verdadeiro mito.

A realidade, porém, não é esta quando há corpos jazendo no chão, pela crueldade humana; gente a viver na rua ao frio, à chuva, ao vento; trabalhadores explorados vivendo em condições sem dignidade e, no mundo, crianças a morrer de fome, enquanto 1% da população detém 80% da riqueza mundial.(1)

Só quando existir no mundo uma cultura universal em que todos comunguem dos mesmos valores e usufruam,  da mesma riqueza dos bens da terra criados por Deus, isto é, só quando o mundo for de todos os humanos, assim, poderá haver Natal.

Este Natal que os cristãos festejam é mero mito, real fantasia, em que alguns vivem inebriados por breves dias.

É a festa do Natal!

É Natal de gastos supérfluos para alguns enquanto a maioria, mesmo nas sociedades ditas desenvolvidas, vivem em condições mínimas de bem-estar, pela falta de solidariedade, de falta de amor, de fraternidade, onde paira o egoísmo, a corrupção, o mal, a exploração do ser humano!

Tudo isto faz com que surjam movimentos isolados de crueldade e revolta que ninguém quer compreender que é porque não há Natal!

Só haverá Natal quando ouvirmos a palavra de Jesus:
Eu vos dou um mandamento novo: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros (Jo 13,34).
 
 

                                                                                     Zélia Chamusca

                                                                                           Natal de 2018


 1  -   https://observador.pt/2018/01/22/relatorio-1-da-populacao-ficou-com-80-da-riqueza-mundial/

domingo, 2 de dezembro de 2018

É poeta quem tem garra


 

É poeta quem tem a garra

Em viver cada momento

E ter arte no que narra

Falando com sentimento

 

É saber cantar o amor

E ao abrir o coração

Sentir também quando há dor

Com sentimento e paixão

 

E ter presente a coragem

De viver e ser feliz

Na arte bela da linguagem

Por dizer sempre o que quis.

                  «»

                        Zélia Chamusca


Poema de - Zélia Chamusca
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sábado, 24 de novembro de 2018

Os meus sonhos


                                          

Os meus sonhos são

da cor da pureza

com tanta beleza

que o meu coração,

de encanto e emoção,

se transcende ao céu

de estrelas brilhantes

e tão cintilantes…

 

Um céu diferente

de beleza e estética,

primordial ética,

cheio de valores

e de imensas cores

que se misturam

numa sintonia,

de plena magia

na  sinestesia

da luz e calor

que brota do Amor!...

 

Estes são os meus sonhos…

São o meu grande encanto

 e que eu amo tanto!...

              «»

                   Zélia Chamusca

 
Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google