Quantas vezes já morri de
saudade
na escuridão da luz celeste
ausente…
Não nasceu o sol e não há claridade
na ausência da cor já nunca
presente…
Nos dias amortalhados que a
alma sente,
não renasce a luz por breves
momentos,
morrendo também comigo a luz, ciente
dum coração estilhaçado em
fragmentos.
Da luz perdida jamais encontrada
já nada mais resta senão a
lembrança
da glória que foi, agora, já
passada…
Passa breve a vida, tão
efémera é.
Mas, não devemos perder a
esperança;
p’rá morte vencer é preciso
fé!
«»
Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google





