segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Metáfora




Metáfora,
És sentido
De aparente sem sentido,
Contido
Na profundidade
Da poética
Criatividade!

És ornamento,
Embelezamento,
És o encanto
Do meu canto,
Num mundo imaginário
De ideias,
Em que me transportas
À linguagem mais sublime
Em que a poesia se define.

És veículo do sentimento,
Das paixões,
Das emoções.

És a imagem mais bela
Que surge na imaginação
Em que se conceitualiza
O pensamento
E se concretiza
Na comunicação
Definindo-se na expressão,
Em profundidade,
Sem limite à criatividade
Em que se exprime
A arte mais sublime,
A linguagem mais rica
Que fica
Para a Eternidade!...

             «»

                Zélia Chamusca


Da obra - Um Outro Olhar
A publicar

Publicado na revista - A Chama
Ano II Nº. 10

domingo, 12 de julho de 2015

Na Terra o amor sumiu; contudo Ele existe























É tão grande a dor que me faz sofrer
Por na Terra tanta desgraça haver…
Crónica é a doença, de tão forte dor,
Neste mundo onde já se expungiu o amor!…

Perquiri o amor nos campos floridos,
Perfumados, alegres, coloridos,
E, encontrei-O no aroma exalado
Pelas rosas brancas sendo espalhado!...

Na Terra o amor sumiu; contudo Ele existe.
É vê-Lo sempre presente em todo o lado,
E, logo, ao anoitecer no céu estrelado…

Ele se manifesta na obra de Deus
Que p’la Sua omnipresença a tudo assiste.
Em tudo O encontro, porque eterno, existe!
                                  «»

                                       Zélia Chamusca

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sábado, 4 de julho de 2015

NÃO !





Povo Heleno,
Sois o berço da Democracia e o fulcro da cultura e da civilização ocidental que difundistes no mundo, em vossas mãos, pela dimensão dos mares a vossos pés!
Vencestes sempre pela vossa cultura e inteligência!
Não vos deixeis dominar pelos maléficos aterradores, esclavagistas do século XXI.
A Democracia está moribunda. Lutem e, com a sabedoria de Hipócrates, a quem, também, o mundo deve, curem estas mentes patológicas que querem destruir a humanidade, através do desrespeito pelo ser humano!
Digam NÃO!
Façam renascer a Democracia!
Sereis mais um exemplo para o mundo!
Viva o Povo Heleno!
Viva a Grécia!

                                                           Zélia Chamusca

sexta-feira, 3 de julho de 2015

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Quem me dera voar para ao céu subir!

 



Voar como um pássaro livre eu queria
p’ra subir ao céu infinito sem fim
e senti-lo  num clima de estesia,
ao som dos anjos num toque de clarim!

Quem dera ser pássaro e não sentir
a dor forte que corrói dentro de mim
e, apenas, doce chilrear poder ouvir
entre pétalas de flores carmesim!

Quem dera encontrar a felicidade
e no encanto do amor poder viver;
o que não encontro nesta sociedade…

Quem dera poder voar e não sentir
os erros humanos que me fazem sofrer…
Quem me dera voar para ao céu subir!
                        «»

                                           Zélia Chamusca


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quarta-feira, 17 de junho de 2015

A Selva do Mundo






   

 

No mundo existe uma selva

De viventes tão traidores

Que disputam entre si a erva

Ferozes devoradores!

 

A erva da manjedoura

Rapinam com frenesi

Erva fresca da lavoura

Que o pobre semeou p’ra si.

 

No mundo é o animal bravio,

Que é o mais feroz que, aqui, existe,

Que para saciar o cio

No ataque ao fraco persiste!

 

A boa “praxis” desconhece

Este predador voraz

Que só a rapina conhece

Na forma que mais lhe apraz.

 

Consegue ter mesa farta

A rapinar o mais fraco

De barriga  bem cheia, lauta

E p’ros  outros é tão parco…

 

Entre rivais se disputa

E a arte da rapina é a luta,

Não descansa na labuta,

Seu espaço é a arena poluta!

 

Dele tão negra aura emana,

Com que age ardilosamente,

Tornando-o entre a raça humana

O mais feroz ser vivente!

                 «»


 
 Zélia Chamusca                
                              







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sábado, 13 de junho de 2015

O Vazio da Palavra Amar






Triste dia de inverno
Em pleno verão,
Triste como o inferno
Tudo é negridão.

Tão negro, tão opaco,
Sem força e sem ânimo
E o espírito fraco
Com grande desânimo

P’las mentes malévolas
Cheias de indignidade,
De negras auréolas
Nesta sociedade!

É preciso força
Para derrubar
Tudo o que distorça
A palavra amar!

Esta é uma palavra
Que só tem sentido
Quando o peito a lavra;
Tudo é permitido!

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Poema de - Zélia Chamusca
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