domingo, 12 de julho de 2015

Na Terra o amor sumiu; contudo Ele existe























É tão grande a dor que me faz sofrer
Por na Terra tanta desgraça haver…
Crónica é a doença, de tão forte dor,
Neste mundo onde já se expungiu o amor!…

Perquiri o amor nos campos floridos,
Perfumados, alegres, coloridos,
E, encontrei-O no aroma exalado
Pelas rosas brancas sendo espalhado!...

Na Terra o amor sumiu; contudo Ele existe.
É vê-Lo sempre presente em todo o lado,
E, logo, ao anoitecer no céu estrelado…

Ele se manifesta na obra de Deus
Que p’la Sua omnipresença a tudo assiste.
Em tudo O encontro, porque eterno, existe!
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                                       Zélia Chamusca

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sábado, 4 de julho de 2015

NÃO !





Povo Heleno,
Sois o berço da Democracia e o fulcro da cultura e da civilização ocidental que difundistes no mundo, em vossas mãos, pela dimensão dos mares a vossos pés!
Vencestes sempre pela vossa cultura e inteligência!
Não vos deixeis dominar pelos maléficos aterradores, esclavagistas do século XXI.
A Democracia está moribunda. Lutem e, com a sabedoria de Hipócrates, a quem, também, o mundo deve, curem estas mentes patológicas que querem destruir a humanidade, através do desrespeito pelo ser humano!
Digam NÃO!
Façam renascer a Democracia!
Sereis mais um exemplo para o mundo!
Viva o Povo Heleno!
Viva a Grécia!

                                                           Zélia Chamusca

sexta-feira, 3 de julho de 2015

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Quem me dera voar para ao céu subir!

 



Voar como um pássaro livre eu queria
p’ra subir ao céu infinito sem fim
e senti-lo  num clima de estesia,
ao som dos anjos num toque de clarim!

Quem dera ser pássaro e não sentir
a dor forte que corrói dentro de mim
e, apenas, doce chilrear poder ouvir
entre pétalas de flores carmesim!

Quem dera encontrar a felicidade
e no encanto do amor poder viver;
o que não encontro nesta sociedade…

Quem dera poder voar e não sentir
os erros humanos que me fazem sofrer…
Quem me dera voar para ao céu subir!
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                                           Zélia Chamusca


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quarta-feira, 17 de junho de 2015

A Selva do Mundo






   

 

No mundo existe uma selva

De viventes tão traidores

Que disputam entre si a erva

Ferozes devoradores!

 

A erva da manjedoura

Rapinam com frenesi

Erva fresca da lavoura

Que o pobre semeou p’ra si.

 

No mundo é o animal bravio,

Que é o mais feroz que, aqui, existe,

Que para saciar o cio

No ataque ao fraco persiste!

 

A boa “praxis” desconhece

Este predador voraz

Que só a rapina conhece

Na forma que mais lhe apraz.

 

Consegue ter mesa farta

A rapinar o mais fraco

De barriga  bem cheia, lauta

E p’ros  outros é tão parco…

 

Entre rivais se disputa

E a arte da rapina é a luta,

Não descansa na labuta,

Seu espaço é a arena poluta!

 

Dele tão negra aura emana,

Com que age ardilosamente,

Tornando-o entre a raça humana

O mais feroz ser vivente!

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 Zélia Chamusca                
                              







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sábado, 13 de junho de 2015

O Vazio da Palavra Amar






Triste dia de inverno
Em pleno verão,
Triste como o inferno
Tudo é negridão.

Tão negro, tão opaco,
Sem força e sem ânimo
E o espírito fraco
Com grande desânimo

P’las mentes malévolas
Cheias de indignidade,
De negras auréolas
Nesta sociedade!

É preciso força
Para derrubar
Tudo o que distorça
A palavra amar!

Esta é uma palavra
Que só tem sentido
Quando o peito a lavra;
Tudo é permitido!

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Poema de - Zélia Chamusca
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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Depressa levanto o véu da tristeza



Sempre que me lembro
Do que nunca esqueço
Porque me relembro,
Até desfaleço

Quando ao despertar
De meus olhos brotam
Salpicos do mar
Que as lágrimas soltam.

Depressa levanto
O véu da tristeza
E todo o meu pranto
Se torna beleza!…

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               Zélia Chamusca



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