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POEMAS SÃO PÉTALAS DE FLORES VOGANDO NO RIO DO SENTIMENTO. FELIZES OS QUE AS APANHAM E SENTEM.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Mensagem do Senhor
Vejo luzes cintilando,
Estrelas no céu a brilhar,
Os anjos ouço cantando
Vêm ao mundo anunciar
Que o Menino vai nascer
E Sua Mensagem nos trás:
Que unidos temos poder
P’ra fazer reinar a paz,
Fraternidade e harmonia,
Construindo um mundo melhor
Onde haja amor e alegria.
É a Mensagem do Senhor.
«»
Zélia Chamusca
Natal 2014
Fonte de imagem - Google
domingo, 7 de dezembro de 2014
Cumpriu-se a missão
Cumpriu-se a missão
que há tanto esperava
e com emoção
se soltou a palavra.
E aqueles que ouviram
o que quis dizer
comigo sentiram
novo alvorecer!
Quando temos fé,
com força e razão,
firmes e de pé
não se passa em vão!
«»
Zélia Chamusca
2014-12-04
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Sinopse de UM MUNDO MELHOR
Sinopse
da obra
“Um Mundo Melhor” é uma obra
de poesia realista de intervenção social e política.
Nesta obra a autora
manifesta-se de modo bem vivo, numa linguagem clara, direta, por vezes irónica,
de forma a que a mensagem chegue a leitores de diferentes sensibilidades sociais
e politicas.
Escrever é lutar. Com efeito,
este género literário, a poesia, cujo étimo grego é “poiesis”,
que significa criação, e, no caso vertente, a poesia de intervenção é uma arma criada
por palavras, uma arma com arte, assente em valores estéticos, “aesthesis” que significa conhecimento
sensorial, sensibilidade. É esta a arma que Zélia Chamusca utiliza na luta
contra a corrupção, as injustiças sociais, as desigualdades em direitos, e, em
suma, a exploração humana sob uma nova forma de escravatura.
Esta obra é, sobretudo, um
alerta para o mundo em que vivemos e que depende de todos nós, torná-lo “Um Mundo Melhor” de fraternidade e
de paz.
«»
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Preâmbulo de UM MUNDO MELHOR
O ser humano movimenta-se
numa luta constante entre o ter e o ser, caindo, muitas vezes, na ambição
desmedida do ter subvalorizando o ser, esquecendo-se de que é,
fundamentalmente, espírito e, como tal, o mais importante é cumprir a lei
natural do universo, a razão da existência do próprio ser humano na sua
evolução permanente.
Este é o primordial
objetivo da vida, mas, por vezes esquecemo-nos disto e deixamo-nos levar pela
ambição desmedida e destruidora de todos os valores morais e éticos, de todos
os sentimentos pelos quais nos devemos reger, enquanto seres humanos.
O ser humano levado pela
ambição e a disputa permanente pelo ter e pelo poder sobre o outro, esquece os valores morais e éticos que regem a conduta humana numa sociedade.
Ignora a lei divina, ignora
a lei natural, ignora a lei dos homens.
Não cumpre a lei.
As leis morais estão
escritas na alma e no espírito, estão nos sentimentos;
As leis humanas estão
escritas nos códigos de ética e nos códigos legislativos que regem a conduta
humana numa sociedade organizada. São um alicerce fundamental na estrutura duma
sociedade.
Sem o cumprimento da lei,
este alicerce cai, e cai sob ele toda a estrutura social.
Muitos dos que tiveram
acesso ao poder sobre os outros, ao poder político, o poder da “pólis”, levados pela ambição ignoram os
sentimentos, ignoram os valores morais, ignoram os valores éticos pelos quais a
sociedade se rege, e, esquecem-se, sobretudo, de cumprir as leis.
Uma sociedade em que se
ignoram estes valores, em que se ignoram as leis, não sobrevive e, acabará por
ruir.
Aquele que conduz a
sociedade à ruína, mais cedo ou mais tarde, virá a ser vítima, quer pelo
sofrimento próprio quer pelo sofrimento que provoca no outro que o acusará pela
conduta errada.
Em breve sentir-se-á
recusado, privado de apoio e da amizade e sofrerá desgostos, deceções e
amarguras, e, talvez, sem o vil metal que o conduziu à ambição do ter, a origem
desta errada conduta.
Só será rico o que não
transgride a lei moral, nem a lei humana. A única riqueza que perdurará é a
riqueza da alma.
A única riqueza que não se
perde e partirá connosco é a riqueza moral, os valores humanos e éticos,
alicerces duma sociedade justa e fraterna.
Só quando tivermos consciência
do nosso comportamento coletivo no sentido de não transgredirmos as leis
humanas e morais e, respeitarmos o outro, estaremos no nosso verdadeiro caminho
para – UM MUNDO MELHOR de fraternidade e de paz.
UM MUNDO MELHOR
O que aqui exponho
É o meu sentir
Para que um mundo melhor
Possa surgir.
São palavras de amor,
São palavras de protesto
E denuncia
O que, aqui, manifesto.
São palavras de luta,
São a minha labuta.
São a denúncia do mal
Do crime, da corrupção
Gerados pelo egoísmo
Pela desumanidade
Na nossa sociedade.
É lembrar que a vida
É mera passagem
Para a outra margem…
Nada levaremos
A não ser o bem
Que, aqui, praticaremos.
Aniquilaremos todo o mal
Se nos regermos pela moral
E se governados por ela,
Pela moral social
Em favor do cidadão
E da colectividade,
Da nossa sociedade.
Sem moral não existirá a
harmonia social.
Existirá, apenas, a
destruição, o mal.
É a nossa ética,
A forma de ser, que está em
jogo
E nela devemos atentar
Seguindo os valores morais
Que regem a sociedade
E a nossa liberdade,
Fazendo da nossa ação,
Na sociedade em que nos
manifestamos
Enquanto seres humanos,
Um percurso permanente
Na construção
De uma sociedade mais
perfeita,
De “Um Mundo Melhor”,
De bem e de amor,
De harmonia, de fraternidade
e de paz.
«»
Zélia Chamusca
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Prefácio da obra UM MUNDO MELHOR - Pelo Coronel António João Soares
Prefácio
Um Mundo Melhor
A nossa vida individual e a
da sociedade ou da humanidade em que nos inserimos é uma marcha, desde o
nascimento até à morte, pelo que não podemos deixar de olhar para a frente,
para o local onde vamos pousar o pé, a cada passo. Esse é o nosso futuro, o
depois, que desejamos seja melhor do que o presente, um mundo mais saudável em
aspectos de ética, com mais paz, mais harmonia, maior fraternidade.
O passado interessa em
muitos aspectos como uma referência que serve de lição para evitarmos os erros
anteriores e procurarmos ser merecedores dos êxitos do passado e competirmos
com eles, estabelecendo novos recordes e novas metas. A Natureza conduz-nos a
procurar ser sempre melhores e a ultrapassarmos os resultados anteriores, como
qualquer bom atleta.
Isto não é utopia, mas a
mais simples racionalidade. A criança, ainda a rastejar a quatro, procura seguir
o exemplo dos pais ou do irmão mais velho e tenta levantar-se e, depois mexer
os pés, desequilibra-se e cai, mas procura levantar-se de novo e, assim, depois
de muitas tentativas inspiradas por um objectivo desejado, acaba por conseguir
andar sem apoios de outros. É assim a busca de um «Mundo Melhor».
Recordo dos primeiros passos
no estudo da História Universal que o objectivo das religiões monoteístas e dos
chefes sociais eram as pessoas e as suas necessidades vitais. As ciências que
depois foram sendo criadas eram focadas nas pessoas e no ambiente natural. A
economia foi estruturada com o centro no bem das pessoas, sendo a contabilidade
um meio, uma ferramenta para permitir atingir os melhores resultados para a
humanidade. O próprio dinheiro, que hoje é considerado a pior droga, foi criado
para facilitar as trocas de bens e serviços entre as pessoas e não para criar
fossos entre uma pequena elite usurpadora e uma multidão de carentes do
essencial.
Como no universo os astros
giram em sistemas de estrelas, planetas e cometas com os seus satélites numa
harmonia interativa sem colisões, também o Mundo será melhor se procurar a
harmonia. A célula fundamental será a família à qual devem ser concedidas
condições de desenvolvimento adequado, emitindo luz como um astro central da
humanidade. Os animais ditos irracionais dão ao autodenominado racional lições
maravilhosas de solidariedade e entreajuda. Não temos muito a inventar, mas a
analisar, a apreciar a Natureza cósmica e a orientarmos os nossos passos no
sentido correcto para melhorarmos o nosso futuro em harmonia com o sistema
universal da Natureza.
De posse destas ideias, nas
obras da pensadora poetisa Zélia Chamusca, cujo valor está bem patente nos seus
variados poemas, e dispensa as fracas palavras de elogio de um simples cidadão,
encontrei frequentemente não tanto frases para decorar e citar, por a memória
já me fracassar, mas, principalmente, conceitos de ética social e leis da alma,
do ser em confronto com o ter, que me faziam parar e meditar por vezes durante
horas ou dias. Quando nos deparamos com seres pensantes com este magnetismo,
sentimo-nos capazes de subir montanhas para ver mais longe em resposta ao
estímulo que recebemos. Por isso, ao ser convidado para alinhavar algumas
palavras como prefácio, venci o receio devido à minha falta de experiência
nestas andanças, confessei a minha falta de capacidade e prometi esboçar umas
frases, mas sempre com temor de reduzir o valor da obra magistral.
Os portugueses, como toda a
humanidade, nesta aldeia global, precisam de obras como esta e de mais
pensadores como a poetisa Zélia Chamusca, que alertem as pessoas para recuperar
os valores morais de respeito pelos outros, por mais diferentes que sejam, na
sua cor, na sua religião, no seu poder de compra, na sua afeição clubística, etc.
Só com a atribuição de prioridade à ética, à paz, à harmonia e à fraternidade,
se valoriza o respeito pelo ser e se posiciona no devido lugar o ter que hoje é
usado como adaga de ostentação, arrogância e exploração dos que são, frequentemente,
mais válidos eticamente, mas menos dotados em bens materiais.
Ao olhar-se, como acontece
em muitas páginas deste livro, para o que há de mais chocante na sociedade
aparece o dinheiro como o factor mais tóxico das pessoas. Ele gera uma ambição
sem controlo, ilimitada. Quanto maior é a quantidade, maior é a necessidade
atávica de mais e chega-se ao ponto de que os mais poderosos, donos de tudo,
arriscam sofrer uma implosão em que assistem à pulverização do fruto de tantas
manobras sem sentido ético nem racional. Tal droga, quando não é tomada como
medicamento em doses limitadas à dimensão das necessidades lógicas, contamina
as pessoas de moral mais frágil e de imaturidade ética que se lançam em
atividades em que esperam enriquecer o máximo, em pouco tempo e por qualquer
meio. Mas sem sermos utópicos, verificamos que só é realmente rico e feliz quem
dá prioridade ao ser, respeita a lei natural, a moral, as pessoas e desenvolve
a solidariedade.
Na sociedade, em geral e,
principalmente, no topo do poder financeiro é exacerbado o ter, o poder viral
do dinheiro que se torna altamente antissocial, quando suporta os jogos de
interesses, o salve-se quem puder, a promiscuidade entre interesses públicos e
privados, etc. Os efeitos vão desde o mecanismo da preparação das leis que
condicionam o funcionamento da Justiça, e a corrupção já muito sofisticada ao
ponto de ser quase impune. Começa a ser pouco credível que apareça alguém com
qualidade de intrépido herói que se arrisque a fazer a prometida reforma estrutural
do Estado. Mas não podemos perder a esperança da vinda de tal messias que dê
uns abanões à árvore para fazer cair a fruta podre.
E, como há quarenta anos, se
dizia que em democracia «o povo é quem mais ordena», a criação de um Mundo
Melhor compete a cada um dos cidadãos, na sua quota parte de intervenção, por
exemplo, nas eleições, ao escolher o melhor dos melhores para o que deve procurar
obter o máximo de informação de cada candidato do conjunto, a fim de depois não
vir a arrepender-se de ter escolhido mal.
Para terminar, deixo um
conselho aos leitores:
Não procurem ler em
velocidade. Mastiguem bem cada conceito, vejam bem se estão de acordo e
discutam mentalmente sobre o aspecto apresentado pela autora e a vossa opinião.
É desta forma que tirarão o melhor proveito desta obra que absorveu muitas
horas, dias e meses de trabalho à pensadora poetisa Zélia Chamusca e que
constitui uma boa ferramenta para que todos possamos ajudar a construir um
Mundo Melhor. Oxalá consigamos dar o melhor contributo para este objectivo
grandioso e urgente.
António João Soares
Coronel Tirocinado, com o
Curso Complementar de Estado-Maior, na reforma
Prefácio da obra UM MUNDO MELHOR
pelo Coronel António João Soares
Autora - Zélia Chamusca
Chiado Editora
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Agradecimento
Sinto-me muito feliz por ter
tido o privilégio de fazer o lançamento de “UM MUNDO MELHOR – Intervenção social
e política”, no importante e simbólico espaço da Associação 25 de Abril.
Agradeço ao Sr. Coronel
Vasco Lourenço a disponibilização do espaço bem como a sua relevante presença e
leitura de alguns poemas, tendo imprimido ao evento uma dinâmica agradável,
descontraída e alegre em que todos nos sentimos bem.
Foi um momento muito
agradável para todos os presentes.
Agradeço ao Sr. Coronel Nuno
Santos Silva a sua presença bem como as diligências efetuadas para que o
lançamento da obra se realizasse neste prestigioso espaço.
Agradeço ao Sr. Coronel
António João Soares que, por motivos alheios à sua vontade, não pode estar presente
no evento, mas escreveu sobre a apresentação da obra por si prefaciada, tendo o escrito sido lido
em seu nome.
A todos os presentes, Capitães do 25 de Abril, colegas de trabalho de longos anos, amigos reais e sinceros,
familiares e parentes, a minha gratidão,
Zélia Chamusca
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