A saudade que meu
peito consome
Na dor forte que
chega a enlouquecer
É tormenta, caos,
tudo disforme,
É o vazio de ti
querer preencher!...
É ter força, ter vida
e nada ter,
É desejar alcançar o
universo,
É querer abraçar-te ao
entardecer
E ter-te, apenas, em
cada meu verso!…
É deambular no
deserto perdida,
É viver em permanente
tortura,
É ver luz, ao longe,
e não ter guarida!...
É sentir dor, em mim,
por nada ter,
É não ter alma, nem sangue,
nem vida,
É sentir-me, neste
poema, morrer!…
Zélia Chamusca
Zélia Chamusca
Publicado em:
Paralerepensar
AVSPE
PEAPAZ
Revista Virtual
Jornal Cruz Alta
vários grupos poéticos
e outros
Da obra - PALAVRAS DA ALMA
Autora - Zélia Chamusca
Chiado Editora
Fonte de imagem - Google

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