sábado, 3 de março de 2012

SENTIMENTOS




Sentimentos

 

Tantos…
Na grandeza incomensurável
Do meu sentir,
Numa dinâmica de eterno fluir
Em permanente devir.

Uns me fazem sofrer
Sem que eu possa entender
A razão deste meu ser.

Outros me tornam feliz,
Numa felicidade imensa
De tão grande imensidão
Sentindo meu coração,
Alegremente, vibrar,
Dançar…
Ao som de linda canção
De amor e emoção
Por tanto amar!...

E, alguns me fazem sonhar
Deles não quero acordar!...


  
Da obra - PEDAÇOS DO MEU CORAÇÃO

sexta-feira, 2 de março de 2012

QUANDO O SOL SE VAI DEITAR



                                                                 
QUANDO O SOL SE VAI DEITAR
                Poema de Zélia Chamusca

Quando o sol se vai deitar
Eu me enlevo com doçura
E espero seu levantar
P’ra me beijar com ternura:

Dorme depressa meu Amor
P'ra me vires acordar
Me aquecer com teu calor,
Com teus raios me abraçar… 

Vem meu corpo acarinhar
Com ternos e ardentes beijos,
Vem  p'ra meu querer saciar
Para matar meus desejos…

No brilho do teu olhar
Colorido e fascinante
Quero meu amor preservar
Como a mais fiel amante!...
                                                         

                                                              02/03/2012

           
Poema de -   CHAMUSCA, Zélia
Inspirado na foto - QUANDO O SOL SE VAI DEITAR
Autoria de Guilhernme Duarte

quinta-feira, 1 de março de 2012

A dialética da vida




 
O confronto da vida
Com a vida,
Do conhecimento
Com o entendimento,
A busca do sensível
Para o inteligível,
É ascensão,
Evolução,
É a dialética da vida.

É constante procura,
É força,
Energia,
Dinâmica,
A dinâmica da vida!

A vida
É decurso permanente,
Em todo o ente,
Na multiplicidade
Dialética
Que tende ao absoluto,
À Eternidade!
           «»


          

Da obra - Pedaços do meu Coração
Edições Vieira da Silva
Autor - Zélia Chamusca

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O devir é imprevisível

                         
 


O devir
é imprevisível
e no pensamento
não crível,
na imaginação
sem razão,
na fantasia
se esvazia
como nuvem
levada pelo vento...

O devir
é movimento,
transformação
que transcende a razão,
sendo, apenas, ciência
da Transcendência!...
                     




Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

SAUDADE …(PART TWO)






SAUDADE …(PART TWO)
                                                                            Poema de Zélia Chamusca




Saudade…



Sentimento de saudade

Do que não tenho,

Do que não vivi

Mas, do que sinto por ti.



De saudade te quero falar

Sem palavras,

Sufocadas,

Engolidas

De sentidas…



De saudade infindável

Que se esgota no ilimitável

Sentir-te em mim,

Num prazer sem fim,

Em corpo, alma e espírito,

Em êxtase infinito

De intensiva vida

Desmedida,

De impetuosidade,

De voluptuosidade…



É indescritível,

Indizível,

Meu sentir.

Quero falar-te

Sem palavras

Em lágrimas sufocadas,

Quentes, secas

E molhadas,

Em meu rosto espalhadas,

E, no calor do meu corpo,

Languidamente, evoladas…





Saudade…

De desejo,

Dum longo e quente beijo,

Terno e escaldante,

Sufocante,

De apaixonado amante…



Saudade…

 
 
 




SAUDADE ... (PART TWO)
                                                                       Poem  by Zelia Chamusca


                                                                                                                     
Longing ...


Feeling of nostalgia
From what I have,
Do not lived
But what I feel for you.


I miss talking to you
Without words,
Suffocated,
Swallowed
Of felt ...



Of endless longing
That depletes the illimitable
Feel you in me,
In an endless pleasure,
In the body, soul and spirit,
In infinite bliss
Of intensive life
Immeasurable,
Of impetuosity,
Voluptuousness of ...



It's indescribable,
Unsayable,
My feel.
I want to talk to you
Wordless
In tears choked,
Hot, dry
And wet
Spread on my face,
And, in the heat of my body,
Languidly, evoladas ...



Longing ...
Of desire,
A long, hot kiss
Suit and scorching,
Stifling,
From passionate lover ...


Longing ...

       

Da obra - PEDAÇOS DO MEU CORAÇÃO
Edições Vieira da Silva                  

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

REALIDADE OU FICÇÃO?

             

Abro ao mundo
A janela do meu ser
E tiro lá bem do fundo
Meus poemas para oferecer
Que embrulho no aroma mais perfumado
Com um laço bem apertado.

Nesses poemas deixo expressos
Em simples versos:
Meus sonhos, minha fantasia,
Desejos e alegria,
Sentimentos,
De alguns momentos,
Minhas paixões
E também as emoções,
Encantamento,
E sofrimento.


Não sei se é ou não a realidade
Mas, no meu coração é a verdade
Pontuada de fantasia
E cheia de magia.


Não te importes se são realidade ou ficção,
Porque elas só minhas são…
 

São tão reais que as sinto
E transmito, não minto,
São a verdade de meu coração.


Não te importes se são realidade ou ficção,
Porque elas só minhas são…


São meu desejo
São meu querer,
São o meu ser
E o meu ter.
Para mim, verdades são
Que partilho com quem quero,
Mas, que escolho com esmero
A quem abro meu coração.


Não te importes se são realidade ou ficção,
Porque elas só minhas são…




Da obra - PEDAÇOS DO MEU CORAÇÃO
Autor - Zélia Chamusca
Edições - Vieira da Silva

sábado, 25 de fevereiro de 2012

LINGUAGEM POÉTICA




 
É linguagem sublime

Em que a poesia se define

E imprime

Sentimento

À emoção,

À paixão,

Expresso

Em verso,

Surgindo o poema.



É a linguagem do amor

Por excelência.

Está para além

Da fáctica existência.



A poesia

Antecede o poema

Partindo duma ideia ou lema.

É a arte da dialética,

É estética.

O poema eu escrevo

A poesia eu sinto

Na alma,

No corpo,

No coração.

É a emoção

Em todo o meu ser.

Ela me preenche

E me enche

Em plenitude

E realização!...



É a forma mais perfeita

Da comunicação

É de Deus a manifestação,

Em mim,

Quando sinto,

Quando crio,

Quando amo,

Tomando parte

E sendo parte

Na obra da Criação!...

             



Poema de - Zélia Chamusca
Da obra- PEDAÇOS DO MEU CORAÇÃO
Edições Vieira da Silva