segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O lauto jantar dos sádicos

 

O lauto jantar dos sádicos

foi manjar de néctar e ambrósia

sentindo-se  deuses no Olimpo

no que era lugar de culto

agora venda do produto

da mente de prostituto

transformado em botequim

 

Nunca vi nada assim

 

Com as almas repousando

inebriados iam degustando

a indignidade do lauto repasto

de mentes diabólicas

e pensamento nefasto

onde parem jumentos

ao som de tormentos

causados por mentes

de malévolos entes

à luz de círios gigantes

do tamanho da insensatez maldita

que os cega pela desdita

de tanto  mal

que causam neste Portugal
                                                                «»


Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google  


                        
 

2 comentários:

  1. Brilhante e oportuno.
    Gostei imenso, parabéns.
    Boa semana, amiga Zélia.
    Beijo.

    ResponderEliminar
  2. Olá, Grande Poeta,Jaime Portela!
    Fico feliz por ter apreciado este poema sem poesia, triste e, infelizmente, de contexto tão real.
    Beijinho,
    ZCH

    ResponderEliminar