sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O Julgamento na Praça Pública




 
Andam tantos criminosos à solta

Pela comunicação silenciados.

Dentro de mim há tristeza e revolta,

Não por estes nem sequer serem julgados;

 

Não. Sinto revolta pela insensatez

De quem tendo responsabilidade,

Só de um relata o que fez (ou não fez)

Sem nenhuma respeitabilidade.

 

Todo o humano merece respeito,

Não ser na praça pública condenado,

Pois, será pelo Tribunal julgado.

 

Sinto a enorme dor dentro do meu peito

Por apenas ver que, em tantos canais

Se atiram pedras e, nada mais…

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Poema de - Zélia Chamusca

2 comentários:

  1. Atirar pedras é um dos desportos favoritos dos portugueses. E os media são uns campeões...
    Excelente soneto, gostei imenso.
    Continuação de boa semana, querida amiga Zélia.
    Beijo.

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    Respostas
    1. Olá, Grande Poeta Jaime Portela!
      É o que têm vindo a fazer. Não é?
      Só atiram a alguns não sei porquê.
      Grata e beijinho,
      ZCH

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