sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Onde o olhar se perde


             
 
 
Neste oceano imenso perco o meu olhar

Além do horizonte eu quero chegar

P’ra o imaginário poder desvendar.

 

A luz do sol nas cristalinas águas

De pequenas ondas fugazes, fátuas,

Leva nela todas as nossas mágoas.

 

E os  seus raios descendo sobre o mar

Parecem querer nele mergulhar

Para as profundezas iluminar.

 

As gaivotas sobrevoam de contentes

Os salpicos de prata reluzentes

De beleza suprema omnisciente.

 

Lá longe navega uma nau pequena

Na cristalina água tão calma e amena

Onde o olhar se perde e a alma acalma e serena.
                    
         


 
 
Poema de -  Zélia Chamusca
Fonte de imagem -Google

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