terça-feira, 2 de setembro de 2014

O livro que não escrevi




No amor o prazer e a dor é presente
Num todo completo, indissociável,
No coração daquele que ama e sente.
É sentimento sublime e louvável.

Consta no livro que eu nunca escrevi
O sentimento de amor e paixão,
Em que minha alma para vós abri
Com a transparência do coração.

Escrito com linguagem de abertura,
Clara, límpida, transparente e pura,
O puro sentimento num trio em mim

Que ficará p’ra sempre perpetuado
Num belo livro por mim cinzelado
De mil folhas de âmbar e de marfim!...

                   
                           Zélia Chamusca
      

Poema de- Zélia Chamusca
Da obra - Um Outro Olhar
A publicar

Fonte de imagem - Google

6 comentários:

  1. Há livros que nunca escreveremos, fisicamente falando. São os nossos livros d'alma. Neles estão os mais belos poemas, as mais magnificas prosas, os mais doces sonhos de amor e a maior das felicidades.
    Esses livros....São verdadeiros tesouros, de "âmbar e marfim". Suave e belo, tocou-me. O meu livro d'alma é assim como este. Beijinho de "luar"

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    1. Luar,

      É como dizes,Luar, há livros que nunca escrevemos.

      O livro mais maravilhosamente belo e rico é o que tenho na alma, que guardo, apenas, para mim porque, abri-lo é profanar a pureza do sentimento, infelizmente, incompreensível à cegueira humana dos que não tiveram o privilégio de nascer com sensibilidade, inteligência, para o ler.
      Grata, Luar, pela felicidade que me transmites e, até breve,

      ZCH

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  2. Zélia, li alguns poemas e gostei muito.
    Parabéns pelo talento poético que as tuas palavras revelam.
    Beijinhos.

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    1. Nilson Barcelli,

      Agradeço seu agradável e incentivante comentário.

      Beijinho,

      ZCH

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    2. Na falta de novos posts, tenho lido mais antigos.
      E continuo encantado.
      Beijo.

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    3. Nilson Barcelli,

      Muito grata pela sua simpatia de que não me julgo, assim, merecedora.

      Já há bastante tempo que deixei de escrever poemas.

      Irei publicar em breve uma obra de poesia, exclusivamente, interventiva, realista, que são os últimos poemas, que de poesia nada têm, que escrevi.

      E, depois, a última obra poética que será a 6ª. a ser publicada, com poemas que já escrevi há bastante tempo e que tenho que passar para o PC, pois estão manuscritos.

      Na vida tudo tem a sua fase.

      É tempo de mudar de género literário e é o que tenciono fazer.

      Mais uma vez muito grata pela sua presença.

      Beijinho,

      ZCH

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