segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Zé Povinho



É tanta conversa fiada
Está-se a ver o porquê
Conversa que não diz nada
O intento logo se vê.

Não te deixes iludir
Com tanta palavra vã
O fim é, apenas, destruir
Toda e qualquer mente sã.

Promessas e mais promessas
Para enganar o mais crédulo
Tudo dizem às avessas,
Mas, o Zé se fez incrédulo.

Deles nada bom vai sair,
A não ser p´ra continuarem
O Zé Povinho a iludir
Para eles se governarem

À custa do Zé Povinho,
Que lhes fará tal manguito
Em sinal dum adeusinho.
Darão de susto tal grito

Por serem tão bem corridos!
Acabará a corrupção
Correndo com os bandidos
Que destruíram a Nação!
              «»
                        Zélia Chamusca


Fonte de imagem - Google

2 comentários:

  1. Cara Amiga Zélia,
    Muito ajustado este poema realista.
    Gostava de ter tempo e força anímica para coligir os ditos de uns e de outros numa e noutra ocasião, entrando em constantes contradições em que as falsidades e reles propaganda ressaltam, como bem diz na sua poesia.
    Acorda POVO e pensa que eles dependem do teu voto!!!

    Beijo
    João Soares

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    1. Olá, Ilustre Sr. A. João Soares,

      Eu tenho na Editora uma obra para publicar em breve. Não é interventiva. É de âmbito filosófico, reflexivo, e, também, lírico e intimista.

      A seguir a esta publicarei estes poemas interventivos numa outra obra que está preparada. A SEGUNDA MENSAGEM - Para um mundo melhor.

      Convidá-lo-ei para o lançamento e terei muito prazer em oferecer-lhe a obra diretamente . O mesmo farei com a que está em edição. Mas se não poder estar presente enviar-lha-ei por correio.

      Grata por sua presença neste espaço que muito enriquece e beijinho,
      ZCH

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