domingo, 26 de janeiro de 2014

Porque gosto de escrever

















Sinto-me bem quando escrevo,
Imensa tranquilidade…
É já grande este meu acervo,
Fruto da necessidade.

No género literário
Da minha poesia realista
Despejo todo o fadário
Que exponho a todos à vista!

Não guardo só para mim
As injustiças que vejo
Pois divulgo-as bem assim
Mesmo àqueles que não almejo!

É comunicacional
Intercâmbio de palavras
Que dizem o bem e o mal;
Pouco bem p’ra tantos cravas!

Para ter a mente sã
E no corpo saúde ter
Escreva em papel ou ecrã
Tudo o que tem p’ra dizer!
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Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google

4 comentários:

  1. Cara Amiga Zélia,

    Bela confissão e útil conselho.
    Nem sempre é fácil seguir esta sugestão, porque muitas ideias chegam e partem em momento em que nem papel nem ecrã temos disponível e... depois temos pena de o pensamento interessante não se repetir e não poder ser registado.
    Parabéns pela sua obra valiosa.
    Beijo
    João

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    1. Ilustre Sr. A. João Soares,

      Estou certa que tem conhecimento do facto e por isso faz dele uma terapia. Ou não?

      Também já tenho perdido muito do que me ocorre ao pensamento e que não consigo registar. Devemos trazer sempre à mão caneta ou lápis e papel.

      Eu sentia o efeito e há pouco li um artigo em que tive conhecimento de que foi feita uma investigação no Departamento de Medicina da Universidade de Auckland, Nova Zelândia, com experiências a pessoas que escreviam 20 minutos por dia (basta) despejando no papel experiências e vivências traumáticas, emoções, etc. Este tratamento cura até feridas físicas porque alivia a depressão e melhora o sistema imunitário.

      Tenho pena de ter lido numa revista que já não tenho.

      Grata por seu comentário e escreva sempre.

      Beijinho,

      ZCH

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  2. Sem dúvida a escrita tem muitas vantagens. A escrita permite uma melhor interpretação e clarificação das ideias e,por isso alivia os efeitos secundários que o matutar causa quando é exercido com teimosia e persistência. A isso está ligado outro aspecto, o de que a lamentação nada resolve, e o que é útil é a procura de solução e, para isso, é aconselhável a metodologia abordada no post http://domirante.blogspot.pt/2008/12/pensar-antes-de-decidir.html

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    1. É verdade, Meu Ilustre Amigo A.João Soares. Que seria de nós sem a escrita? Eu enlouqueceria. E também não estou a ver A.João Soares sem escrever. Não seria A.João Soares mas outro. Eu é o que mais gosto de fazer e estou certa de que Meu Iustre Amigo sente o mesmo. Há pouco,comecei a escrever um poema que saiu, logo agora que não pensava escrever mais poemas, mas a Musa chegou e o poema saiu. E esqueci-me que tinha que jantar. Parece que escrever até mata a fome... Mata sim, a fome mas não de alimento para o corpo, mas para o espírito.
      Quanto aos processos de do Acto Voluntário, devemos pensar bem antes de agir, como diz, mas eu como sou mais pragmática simplifico para: Concepção, Deliberação, Decisão e Execução.
      Muito grata por seu importante e incentivante comentário e beijinho,
      ZCH

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