sábado, 18 de janeiro de 2014

Alienação das massas





Vejo surgir a alienação das massas
P’lo capitalismo, p’la corrupção,
Produzida por ideias devassas
Em nome do País e pela Nação!

Criam-se ídolos, homenageiam-se heróis,
Criam-se alibis p’ro povo adormecer!
Acorda povo! Pensa! Por quem sois?!
Pensa e age, não te deixes convencer!

Não deixes que tirem tua identidade!
Olha a estratégia da alienação!
É a tática da desonestidade!

Povo, pensa que és povo soberano!
Luta, luta c'a força da razão!
Com tua luta vencerás o tirano!

                       


Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem- Google





4 comentários:

  1. Cara Amiga Zélia
    Gosto deste seu alerta muito oportuno. Neste momento em que se recomeça a abusar das PROMESSAS e da ESPERANÇA é bom reflectir sobre tais manobras de embrutecimento das pessoas menos prevenidas.
    Como parece não haver informação a dar acerca de realizações para bem de Portugal e como se aproximam variadas eleições – dentro do PSD, para o Parlamento Europeu, para PR e para a AR – os governantes colocam de lado os verdadeiros interesses nacionais e ocupam-se com os interesses dos partidos e dos que pretendem ser candidatos. Para isso, sem factos realizados para bem dos portugueses, abusam de promessas e esperanças. Foi o PM a «esperar» que até fins de Julho recomecem os trabalhos no túnel do Marão e agora o MAI a dizer que «quer» ter o dispositivo operacional de combate aos incêndios do verão deste ano aprovado em meados de março., daqui a cerca de dois meses. Para quê fazer tal alusão com tanta antecedência?
    Como portugueses interessados, devemos procurar compreender estas manifestações de vontade e de esperança. Mas a realidade é que os funcionários e os reformados públicos recebem hoje, de facto, sem falsas esperanças nem ilusões, muito menos do que recebiam no Governo anterior. Contra factos não há argumentos. E a vida destas pessoas não se gere com a vontade e as esperanças dos governantes, mas sim com decisões e medidas correctas e socialmente adequadas. Os lesados concretamente não estão muito interessados em fantasiosas vontades de ministro para daqui a dois meses ou a esperança do PM para de hoje a seis meses

    Cara Zélia, continue a rimar sobre a vida nacional, enquanto não formos todos amontoados numa rima de ossadas.

    Beijo
    João

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    1. Ilustre Senhor A.João Soares,

      Embora triste o seu último parágrafo deste comentário fez-me rir, o que não é muito difícil eu rir. E dou graças a Deus por me ter dado esta capacidade de rir porque é a única maneira de podermos resistir às arrimas destes imbecis que se governam espoliando o pobre e destruindo a classe média, e, mais propriamente, os reformados e funcionários públicos!

      Menti, acabei de mentir, mas, apenas, por lapso, pois não só o riso serve de escudo às arrimas dos imbecis que se governam mas também , rimando e com a esperança de ainda ter muito tempo para rimar como protesto contra desumanos, corruptos e traidores da nação que somos todos nós neste pobre país atraiçoado e desorganizado!

      Grata por seu importante comentário e minha admiração porque é das poucas pessoas que não tem medo de dizer o que pensa.

      Minha consideração e beijinho,

      ZCH

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  2. Zélia,seu poema grita ante as injustiças dos que tem o poder em mãos.Esse poder que massacra o corpo e a alma do nosso povo...Abraço

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  3. Marcia,
    Escrevi este poema há dois anos. Felizmente, hoje, temos um outro governo, que não esquece os mais débeis e que tem estado a reconstruir tudo o que o anterior destruiu e, temos um Presidente que nos transmite esperança. Estamos, agora mais calmos e confiantes.
    Grata, Marcia pela sua agradável presença. Beijinho, ZCH

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