Querem salvar Portugal
Destruindo os portugueses?
Como salvar Portugal,
Se ele é os portugueses?
Aos que andam com um “pin”
Colocado na lapela,
Moda que julgam ser ”in”,
Pensando ser muito bela:
Portugal são os portugueses
Num país organizado,
Nunca por quem tantas vezes
Rouba o pobre reformado
E explora o trabalhador
Baixando-lhe o ordenado,
Já sofrendo tanta dor
Por ser tão escravizado!...
Portugal já destruíram
Através da corrupção,
E, agora, o pobre extorquiram.
Roubam-lhes tudo e até o pão!
Continuam o percurso
Destruindo a Nação
Atingindo os sem recurso…
Cobardes sem coração!
Como salvar Portugal?!
Portugal são os portugueses!
Destruíram Portugal;
Não destruirão os
portugueses!
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Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google
Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google

Zélia escolhi seguir este seu blog não que seja o melhor, porque todos são muito bons, mas porque gosto da forma como diz aqui as verdades do que está acontecendo no nosso país.
ResponderEliminarAbraço.
António.
António Jesus Batalha,
ResponderEliminarFico feliz por sua presença que desde já agradeço.
O que tenho postado este ano é quase tudo poemas interventivos.
Estes poemas não são para mim significativos da poesia.
São um grito de revolta pelo que está a acontecer no nosso País e é a forma que eu encontrei para intervir.
A minha poesia, ou o que mais gosto são poemas refletivos. É na reflexão que melhor me identifico.
Se der uma olhadela por 1992 encontrará alguns desses poemas.
Até sempre e muita paz e fraternidade para todos nós,
ZCH
Olá Zélia, permite-me postar este belo poema no Facebook?
ResponderEliminarOlá Waldir Filho,
EliminarClaro que pode postar no Face e divulgar se lhe interessar, desde que seja identificada a autoria.
Fico feliz por ter apreciado minhas simples quadras em redondilha maior que são um grito de revolta face à desumanidade exercida pelos detentores daqueles a quem o povo deu poder para que respeitasse a soberania popular de acordo com a Constituição da República Portuguesa, que quando da tomada de possa juraram cumprir e não cumprem.
Para confirmar o que alego basta ler, apenas:
" Artigo 1.º
(República Portuguesa)
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade
popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária."
Quão distante do cumprimento do dever estão os governantes...
Não vale a pena mais palavras...
Muito grata por sua visita e volte sempre,
ZCH
Obrigado Zélia, gostei muito das suas poesias, pois tem sentimentos e tocam o coração. Um grande abraço.
EliminarOlá, Waldir Filho,
ResponderEliminarEu apenas escrevo o que, de facto, me toca, aquilo que sinto em determinado momento.
Talvez por isso eu consiga transmitir o meu sentimento, pensamento ou odeia a muitas pessoas que tal como eu têm sensibilidade.
Eu é que tenho que agradecer seu comentário nesta visita agradável e incentivante para mim.
Volte sempre,
ZCH
Entre politiqueiro
ResponderEliminarE corrupção
Difere
A ocasião
Entre polícia
É ladrão
Difere
A ocasião
Olá Grande Poeta Pensador, Santos Zoio!
EliminarÉ verdade o que diz com a sua arte ímpar.
Mas, eu sempre ouvi dizer que a ocasião faz o ladrão!
É saudável brincarmos um pouco para retempero da alma face às injustiças, a desumanidade e a corrupção.
Grata pela presença.
Abraço,
ZCH