Estivesse o dilúvio sobre a
Terra,
Estivesse o inferno,
Estivesse a guerra,
Estivesse o sol enterrado no
gelo
Que ninguém pudesse vê-lo;
O calor brilharia em meu
coração
E acenderia a chama
Para ver o brilho em teus
olhos!...
Tivesse a negridão das
nuvens
Apagado a luz do mundo;
Minha força venceria tudo
Para encontrar-te
E amar-te!...
Eu ver-te-ia, sempre,
Com a luz da minha alma!...
Da obra - PALAVRAS DA ALMA
Autor - Zélia Chamusca
Chiado Editora
I see you would always ...
By Zélia Chamusca
The flood were upon the earth,
Was hell
Was the war,
The sun was buried ice
That no one could see him;
The warmth shine in my heart
And kindled the flame
To see the sparkle in your eyes! ...
Had the blackness of clouds
Off the light of the world;
Win all my strength
To find you
And love you! ...
I would see you, always,
With the light of my soul! ...

The work - WORDS OF SOUL
Author - Zelia Chamusca
Editing briefly


Amiga Zélia,
ResponderEliminarE o milagre existe: Toda esta capacidae de visão, apesar de se dizer que o AMOR é cego. Bela poesia.
Desejo que o encontre e o ame e que ambos sejam muito felizes, como a Zélia merece.
Beijo
João
Olá, Ilustre Amigo A. João Soares,
ResponderEliminarFlorbela Espanca diz no poema que abaixo transcrevo que:
"Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!"
Para mim Florbela Espanca a mais perfeita sonetista da literatura portuguesa.
Mas não concordo com ela no que aqui alega.
O amor nunca morre.
E quando se ama alguém amar-se-á sempre para além, da Eternidade.
Uma observação, meu caro amigo, não procuro porque o sentimento que me levou a escrever este poema existe dentro de mim para além da Eternidade.
Grata por seu comentário e findo com o poema de Florbela.
Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente…
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
(Florbela Espanca, «Charneca em Flor», in «Poesia Completa»)
Prazer em visitar seu espaço lindo Zélia e me deparar com essa poesia belíssima. Parabéns! Um carinhoso abraço.
ResponderEliminar
ResponderEliminarNádia Santos,
Grata pela visita e pelo agradável comentário.
Volte sempre.
Abraço,
ZCH
Embora perceba pouco desse tema AMOR tenho de concordar consigo. O amor para mim é como o horizonte, vamos andando em frente e...lá está ele, nem mais longe nem mais perto. Se fosse invejoso, que não sou seguramente, gostaria de entender como se sente alguém que manifesta tão clara e seguramente esse sentido de posse que transpira do(s) seu(s) poema(s) sobre essa matéria tão volátil e, ainda assim, contida no(s) coração(ões). Beijinho e grande aplauso. ABS
ResponderEliminarOlá, Adriano,
ResponderEliminarSei bem que você percebe muito bem deste tema...
O amor reside na nossa capacidade de amar. Há quem não tenha essa capacidade.
Ele está ou não está dentro de nós.
Fico feliz com sua presença e muito amor fraterno para si,
ZCH
Oi Zélia!
ResponderEliminarMaravilhoso teu poema!
Parabéns! Beijos
Oi, Linda Poetisa Joana!
EliminarQue surpresa!
Às vezes saem coisas destas.
Grata por seu comentário e beijinho,
ZCH