domingo, 24 de março de 2013

Agradecimento


 
 
 
 

Deixo, aqui, a todos os que estivestes presentes, neste interessante evento, a minha gratidão pela felicidade que de vós colhi.

Senti que estáveis comigo no interesse manifestado, em que todos estivemos envolvidos;

Senti que houve uma empatia contagiante na alegria manifesta entre todos os presentes;

Senti, sobretudo, a força que me transmitistes e que não esquecerei, que se traduz no ânimo em prosseguir neste género literário, género lírico, desafiando a lira, através da musicalidade das palavras, em tons e semitons doces e amargos, alegres e tristes, mas, sempre belos e coloridos, que pintam o quadro de nossas vidas.

A poesia não serve, apenas, para cantar o amor, serve também como arma de arremesso, de protesto e de denúncia pelo mal que deflagra no mundo, e, que, aqui, nós estamos a sofrer.

É uma arma munida com a musicalidade das palavras que traduzem o sentimento generalizado, não só nosso, mas, infelizmente, de toda a Europa.

Estou certa que A MENSAGEM trará seus frutos no sentido do alerta e convite à reflexão com a certeza de que – Podemos mudar o mundo.

Sim, todos nós unidos, ligados pelo elo da fraternidade mudaremos o mundo!

Muita fraternidade para todos nós,

                                                                Zélia Chamusca

                                                                             2013-03-24


4 comentários:

  1. Vocês mereceram. Foi um fim de tarde magnífico num local apropriado e suficientemente intimista.

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    1. Olá, Querido Colega e Amigo, Guilherme Duarte,

      Agradeço a si, muito especialmente, o seu contributo na empatia gerada, com sua apresentação da obra.
      Beijinho,
      ZCH

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  2. Cabe a todos a tentativa de mudança, para melhor, neste mundo em que se vive. Com certeza tuas letras alcançarão objetivo.
    Parabéns.

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    1. Mônica Querida,

      Fez-me rir...

      Não sou assim tão ingénua... mas que poderei dizer eu, senão lembrar que se todos quisessemos, unidos pelos laços da fraternidade, viveríamos no Paraíso...

      Mas, não querem...

      Vamos nós lutar sempre para que um dia haja mais como nós, a pensar da mesma forma.

      Muito amor para si,
      ZCH

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