A saudade que meu
peito consome
Na dor forte que
chega a enlouquecer
É tormenta, caos,
tudo disforme,
É o vazio de ti
querer preencher!...
É ter força, ter vida
e nada ter,
É desejar alcançar o
universo,
É querer abraçar-te ao
entardecer
E ter-te, apenas, em
cada meu verso!…
É deambular no
deserto perdida,
É viver em permanente
tortura,
É ver luz, ao longe,
e não ter guarida!...
É sentir dor, em mim,
por nada ter,
É não ter alma, nem sangue,
nem vida,
É sentir-me, neste
poema, morrer!…
Zélia Chamusca
Zélia Chamusca
Publicado em:
Paralerepensar
AVSPE
PEAPAZ
Revista Virtual
Jornal Cruz Alta
vários grupos poéticos
e outros
Da obra - PALAVRAS DA ALMA
Autora - Zélia Chamusca
Chiado Editora
Fonte de imagem - Google

UAUUUUUUU!!!!!
ResponderEliminarMuito lindo esse soneto.
Aqui extravasas toda Saudade de dentro do peito.
Parabéns minha querida nobre poetisa.
Bjsssss
Olá Querida Mônica!
EliminarTambém gosto muito deste poema.
Saiu, brotou de mim, nuns breves instantes e quando o reli tocou-me, profundamente, porque profundamente sentido.
Grata, minha querida por sua visita e beijinho,
ZCH
Muito tocante. A saudade mata. E com um tóxico de tal perigosidade,há procurar colocá-lo em segunda prioridade a fim de olhar para diante e preparar um Mundo Melhor.
ResponderEliminarBeijo
AJS
Grata, Ilustre Sr. A.João Soares,por seu carinhoso comentário.
EliminarBeijnho,
ZCH