domingo, 24 de fevereiro de 2013

A saudade que meu peito consome

              


 
                                                 
                

A saudade que meu peito consome
Na dor forte que chega a enlouquecer
É tormenta, caos, tudo disforme,
É o vazio de ti querer preencher!...

É ter força, ter vida e nada ter,
É desejar alcançar o universo,
É querer abraçar-te ao entardecer
E ter-te, apenas, em cada meu verso!…

É deambular no deserto perdida,
É viver em permanente tortura,
É ver luz, ao longe, e não ter guarida!...

É sentir dor, em mim, por nada ter,
É não ter alma, nem sangue, nem vida,
É sentir-me, neste poema, morrer!…

                                            Zélia Chamusca   

   
                      
Poema de - Zélia Chamusca
Publicado em:
Paralerepensar
AVSPE
PEAPAZ
Revista Virtual
Jornal Cruz Alta
vários grupos poéticos
e outros

Da obra - PALAVRAS DA ALMA
Autora  - Zélia Chamusca
Chiado Editora


Fonte de imagem - Google

4 comentários:

  1. UAUUUUUUU!!!!!
    Muito lindo esse soneto.
    Aqui extravasas toda Saudade de dentro do peito.
    Parabéns minha querida nobre poetisa.
    Bjsssss

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    1. Olá Querida Mônica!
      Também gosto muito deste poema.
      Saiu, brotou de mim, nuns breves instantes e quando o reli tocou-me, profundamente, porque profundamente sentido.
      Grata, minha querida por sua visita e beijinho,
      ZCH

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  2. Muito tocante. A saudade mata. E com um tóxico de tal perigosidade,há procurar colocá-lo em segunda prioridade a fim de olhar para diante e preparar um Mundo Melhor.
    Beijo
    AJS

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    1. Grata, Ilustre Sr. A.João Soares,por seu carinhoso comentário.

      Beijnho,

      ZCH

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