segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Amor é...



 
Amor é…
Subir ao céu do encantamento,
beijar as estrelas do firmamento,
mergulhar com os anjos no mar profundo
e sobrevoar o mundo…
É a nobreza do sentimento,
é  abraçar  o universo em cada momento,
é sentir-se excelsus ente
numa embriaguez da mente…
É sensualidade que extasia
elevada ao climax  da eudaimonia!...
                           «»
                                         Zélia Chamusca



                                                             
Love is ...

Ascend into heaven of enchantment,
kiss the stars of the firmament,
dive with the angels in the deep sea
and fly over the world ...
It's a noble sentiment
is embracing the universe in every moment,
is feeling Excelsus ente
a drunken mind ...
It sensuality that ecstas
raised to the climax of eudaimonia ! ...

                          «»

 Poema de - Zélia Chamusca  
Fonte de imagem - Google                                                               

3 comentários:

  1. Postas assim as coisas, a eudemonia como consequência climaxica do amor (embora não esteja reflectido no poema a sua duração) nem desconfio o que será amar. Para mim a felicidade é o extase de um momento e as únicas pessoas felizes que conheço são pessoas que (sem ofensa) devem muito à inteligência, diria mesmo, são ignorantes. A ignorância, neste contexto é uma benção, pois traz eudemonia. Zélia, cada vez que a leio fico mais "abassurdido". Bem haja e um beijinho.

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    1. Adriano,

      Não ligue ao que digo, dir-lhe-ia, ligue ao que faço mas como no contexto não dá...

      Esta definição do amor é puro lirismo poético, porém, poderá acontecer por vezes, perder-se a inteligência e voarmos pelas nuvens, bailar com as estrelas e abraçar os anjos e, então confirmo o que diz, embora por outras palavras - só o tolo é feliz.
      Confirmo, repito, aqui, no poema:
      " abraçar o universo em cada momento,
      é sentir-se excelsus ente
      numa embriaguez da mente…"

      Friso: numa embriaguez da mente...

      Mas o poeta não mente, pois não?

      Mas eu minto...

      E, brinco!

      É condição "sine qua non" para se viver (suportar) a vida.

      Não sei se consegui fazer-me entender.

      Estamos de acordo. Pena, não ter outra ideia sobre a realidade...

      Mas, se pensar bem, está tudo dito no lirismo do poema.

      Grata, Adriano, por sua agradável presença, incentivante para mim, e,
      se não é desejar o impossível, desejo muito amor para si,

      ZCH

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  2. Infelizmente já não posso desejar nada ao Adriano porque ele partiu para uma outra dimensão.
    Saudade...
    ZCH

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