Esfregam as mãos de
felizes
Com a regressão a
subir,
De nós se estão a rir!...
Mas, onde estão os
Juízes?!
Os ladrões têm que
ser julgados
E pelo mal condenados,
Têm que a pena
cumprir,
Do desgoverno sair
Neste país destroçado
Com o povo tão mal
tratado,
Trabalhador assaltado,
Reformado espoliado
E a fome a aumentar
E a saúde a faltar
E a regressão a
subir.
Esfregam as mãos a
rir!...
Mas onde estão os
Juízes?!
Será um Julgado de
Paz
A mostrar do que será
capaz…
Há quem esteja a
tremer
Pois já está a prever
O que irá acontecer!...
«»
Da obra - A MENSAGEM - Podemos Mudar o MundoChiado Editora
Fonte de imagem - Google

Olá amiga Zélia Chamusca...quando entro aqui, neste seu belo espaço, sinto uma corrente contínua de admiração, no sentir humanista das palavras e no esplendor da cor que ilumina meus olhos..." Mas onde estão os juízes" é um poema interventivo que desperta a consciência e a faz pensar no que ai vem...beijinho e um bom dia para si, amiga do jrg
ResponderEliminarOlá, Amigo João Raimundo Gonçalves, ainda não tinha reparado no seu comentário aqui, mas, já o tinha lido noutro lado.
EliminarFico feliz com sua imensa simpatia e sei que estamos em consonância de sensibilidade.Grata e beijinho,ZCH
Amiga Zélia. Só agora me deparei com este seu poema. E acho que é possível encontrá-los nas suas quintas, a podar pessoalmente as videiras do vinho que não farão, a preparar nas suas muito razoáveis moradias (com subsídio de alojamento não passível de imposto)o acordão mínimo que mantenha a quota de produtividade que lhes garanta o habitual MUITO BOM na avaliação anual. Também os encontraremos nas reuniões secretas da Maçonaria ou da Opus Dei, que isto de ser juiz não é fácil, tem de se manter o contacto com os pares, para saber se o A vai passar à frente do B, se a Relação de não sei onde tem um lugar a que um de primeira instância possa concorrer com sucesso. Ou, por vezes, a fazer namoro ao Tribunal Constitucional, que dá grande relevo e importância. Por vezes também se encontram no estrangeiro, à porta de bancos com nome esquisito, a dialogar com amanuenses de luxo que os recebem em privado, sabe-se lá porquê. Agora difícil é encontrar muitos no Tribunal, a horas, para exercer a sua função, que diga-se, não é fácil. Interpretar a Lei e manter as boas graças dos senhores que as constroem é cá uma dor de cabeça!!!! Gostei do poema e muito haverá ainda para dizer sobre os juízes, as suas armas e os seus desleixos.
ResponderEliminarÉ verdade... Adriano, muito eu poderia dizer... teríamos uma conversa interminável... Mas, não me permito, aqui, fazê-lo.
EliminarNão há espaço...
Apenas, digo que os juízes decretam a sentença mas o criminoso não cumpre pena e continua à revelia...
Grata por sua presença com seu tão importante comentário,
ZCH
A Zélia pergunta «o que irá acontecer». Tudo neste rectângulo é imprevisível e, com o hábito, já perdemos a capacidade de nos surpreendermos. Há um juiz que absolve o alcoolismo no trabalho porque isso ajuda a suportar as agruras da vida. Será que isso norma nos tribunais? Será isso que contribui para as demoras na resolução dos processos? para as absolvições de «bons» malandros? Certamente que não será norma. Mas que a forma como, no caso referido foi tratado o alcoolismo, parece muito estranha,parece um facto. Mas eles quando alunos do SEJ até foram tratados suavemente quando foram apanhados a cabular de forma colectiva e isso também tem significado. Tal falta de honestidade não foi impeditiva de seguirem a carreira.
ResponderEliminarComo diz «teríamos uma conversa interminável»
Beijo e bom Domingo
João
Olá, Caro e Ilustre Senhor, A.João Soares,
EliminarApenas digo:
SE NÃO É COMO DIZ: "....alcoolismo no trabalho porque isso ajuda a suportar as agruras da vida. Será que isso é norma nos tribunais? Será isso que contribui para as demoras na resolução dos processos? para as absolvições de «bons» malandros? Certamente que não será norma."
SERÁ MUITO PIOR...
Exemplo: o alegado princípio da equidade com que têm aludido nas últimas decisões em que decretam ser constitucional e digo, "grosso modo" furtar os mais desfavorecidos quando eles se excluem... Veja o vídeo (o sapo, (partilhei no Google+ e no Face) o que já sabíamos, mas, teve a coragem de dizê-lo, ontem, na SIC, Marques Mendes.
Esta gente quer Deus para eles e o diabo para os outros...
É assim a Justiça dos homens; não a divina.
Grata por seu comentário e beijinho,
ZCH