sábado, 31 de dezembro de 2011

SOU POETA

SOU POETA

Sou poeta do amor,
Do sentimento,
Da paixão,
Da emoção.

Sou poeta,
Nem tudo digo,
Mas, sinto e vivo o que digo.

O que digo
Não tem máscara
Tudo é transparente,
Pois, é o que minha alma sente.

O que digo
É envolto em magia,
É vida,
É fantasia,
É a verdade do meu sentir:
É a realidade,
É o sentimento,
É a paixão,
É a emoção.

Vivo e sinto o que digo,
O que sofro e o que não sofro,
A tristeza e a alegria,
O amor e a beleza,
O sorriso e a fantasia
Em tudo o que me rodeia
E poderão ter a certeza
Que vivo e sinto tudo isto.
Se é verdade ou mentira o que digo,
Não se importem…

Sintam o que digo
E saberão, também,
O que é poder sentir
A vida dentro de nós
Apreciá-la e vivê-la
E, sobretudo, merecê-la!...

E, porque sou poeta,
Poderão ter a certeza,
Que para mim,
A vida tem muito mais beleza!...
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Poema de - CHAMUSCA, Zélia
Fonte de Imagem -Google

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

ANO NOVO 2012



ANO NOVO 2012

Natal é
Nascimento,
Renovação,
E, com ele surge
O Novo Ano
No calendário Cristão.
Nova numeração,
Aparente,
Porque a ele antecedente,
Conceção já existente,
Mas, sempre renovação! 

É o processar cíclico,
Cosmológico
E o ontológico
Na totalidade
Da diversidade
Do universo.

 É a renovação
Da Natureza,
Perfeição
E beleza!...

Renascem as árvores,
Os frutos,
As sementeiras,
As flores,
As roseiras,
As cores,
A luz,
O Sol,
O dia,
Tudo é alegria!... 

E, neste processar cíclico,
Do todo cosmológico
E renascimento ontológico
Da Natureza
E de toda a criação,
Quando renovaremos nosso coração?!

                        «»


Poema de - CHAMUSCA, Zélia
Fonte de Imagem - Google

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal de 2011

                  

 
Natal é,
Quando o amor acontece...

Jesus,
Faz com que entre nós cesse:

A necessidade da greve
Para que ao poder leve
O protesto contra o mal
Da nova Lei Laboral,
Da arbitrariedade,
Da desigualdade,
Do roubo do 13º.mês…

Jesus,
Tu não vês?!...

As tensões sociais,
As filas nos hospitais,
As diferenças salariais
De salários mínimos,
Miseráveis
E os chorudos
Incomensuráveis…
Pensões douradas,
Roubadas,
 Às classes exploradas
Numa sociedade
Sem solidariedade!...

Jesus,
Faz com que entre nós cesse:

O agravamento de impostos,
O enriquecimento
Sem causa,
Sem razão,
A exploração!...

Jesus,
Faz com que todos tenham pão!


Cessem:
Os tormentos
Dos despedimentos
Nas empresas
De incertezas,
Com trabalhadores explorados
Mal tratados.
Marginalizados!

Cesse:
Toda e qualquer guerra
Sempre presente na terra!...

Natal é,
Quando o amor acontece...

É partilha,
É renúncia,
Solidariedade,
Fraternidade.
É ter no coração
A percepção
Da ajuda aos mais fracos,
Que não são parcos,
E os da média, razoáveis
Que em  breve serão miseráveis…
Os rejeitados,
Dispensados
Da sociedade
Com crueldade,
P’ra última fila mandados,
Marginalizados!...

E, na insanidade
Patológica desta sociedade,
Paradoxalmente,
Surge, na mente,
Uma razão de ser:

A crise vencer...

Natal é,
Quando o amor acontece...

                                      
             
Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google


domingo, 25 de dezembro de 2011

Abandonada num lar


                             
 
                     
                   
 
 Dói-me tanto o coração,
                           Nesta angústia, nesta dor,
 
                         Por ver tanta incompreensão
 
E tanta falta de amor...

 
Mãe, tu que teus filhos criaste
Com  tanto carinho e amor,
O teu coração lhes doaste
Sem nunca sentir a dor.

 

Da vida difícil, dura,
Que em cada dia tu  travaste
E sempre com tua doçura
E com muito amor tu os criaste...

 

E, agora, já no final,
De vida dura de luta,
Vais ficar, neste Natal,
Sozinha na tua labuta.
 

Mãe, tu que teus filhos criaste
Com tanto amor p'ra lhe dar
E tanto, tanto os amaste;
Abandonada, num lar…

                         «»             2011-12-24

                         




Poema de -   Zélia    Chamusca
Fonte de Imagem - Google                                                             

sábado, 24 de dezembro de 2011

É Natal




 Vejo no céu a brilhar
Uma estrela diferente
É uma estrela cadente
Parece um rasto deixar…

Do céu vêm a descer
De linho branco vestido
Anjinhos lindos p’ra ver
Que terá acontecido.

Ouço os sinos a tocar
Parecem querer dizer
Que o Natal está a chegar,
O Menino vai nascer!
               «»
                                 Dezembro 2011
                               
Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google