sexta-feira, 22 de maio de 2020

Pararam-me a vida que querem coartar






Pararam-me a vida

Que querem coartar

Demónios na Terra

Que andam pelo ar



Percorrem o Mundo

Muito bem escondidos

Por estes malditos

Somos perseguidos



Tanto p´ra viver

Num curto momento

Fazem-me perder

O já pouco tempo



O Mundo parado

Em longa clausura

E nós bem fechados

Tristes na amargura…

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                    Zélia Chamusca

                       


quinta-feira, 14 de maio de 2020

Ah! O “glamour”…

 

 

Gosto da educação, da etiqueta,

do requinte e do “glamour” !…

Tudo isto numa “praxis”

que traduz uma forma de estar

de ser e de pensar…

Um  “modus faciendi”,

uma forma  de agir

no caminho a traçar…

Duma sociedade evoluída,

solidária e humana,

culta e instruída…

 

Hoje, não há educação, nem moral.

Em tudo há um mal-estar.

Não há respeito pelo outro…

Que ética ?!

Que forma de estar,

de viver e de pensar?!

 

Hoje, só se vêm pés descalços,

esfarrapados pelas ruas,

mentes nuas…

Dizem que são os senhores,

todos doutores…

Olho em redor e não vejo nenhum…

 

Vejo muitos ditos humanos,

insanos…

Selvagens…

Os animais mais selvagens…

Sem o mínimo de respeito

e de amor pelo outro

e por si próprio…

 

Tapa-se o rosto,

anda-se mascarado

para fugir ao vírus

por eles soltado…

 

Sim. Lançado pelos ares

 e difundido por todo o planeta.

Não há maior crime que se cometa!

 

Não se curam doenças;

tornam-se  crónicas.

Tratam-se as patologias.

Que ironia…

 

Em tudo se procura o negócio,

o dinheiro sujo pela ambição

de mentes sujas como a atmosfera

carregada de negridão

causada pela destruição…

Já nada é como era…

 

E, neste antro de tristeza e podridão,

como pode haver educação,

etiqueta, requinte e  “glamour”?

Ah! O “glamour”…

                      «»

                       Zélia Chamusca
 


sábado, 9 de maio de 2020

TROVA





É preciso acreditar

TROVA e formatação de Zélia Chamusca
Fonte de imagen -Google


segunda-feira, 4 de maio de 2020

domingo, 26 de abril de 2020

Mensagem em tempos difíceis


               
       

Deixo-vos a minha mensagem num destes dias difíceis para todos nós e para o mundo, e, em especial para os que estão doentes, para os que perderam os seus entes mais queridos, para os "heróis de máscara" que lutam por nós arriscando a própria vida, para  todos os voluntários nesta luta, numa batalha dura e cruel duma guerra biológica/económica movida por um inimigo sem rosto.

Tenhamos a certeza de que virá  de novo um tempo de paz ao mundo, e, em especial ao nosso país Portugal, um país de paz e tranquilidade, que é e sempre foi, para nós e aqueles  que recebe, indiscriminadamente, abrindo as portas a todos os que venham por bem.

Teremos muito a fazer que não se faz…

Faremos muito mais se dermos lugar à criatividade.

Tanto para viver e não poder viver…

Sim, temos tanto para viver e viveremos, não obstante o caminho possa vir a ser longo e talvez difícil.

Tudo o que nós fazemos  com gosto, prazer, tudo o que criamos é por amor.

O amor é a força, o elo impulsionador de tudo.

Portugal é um País Cristão e tolerante que aceita todas as religiões do mundo, cristãs e não cristãs, todas são sempre bem vindas porque vêm por Bem e,  é este mesmo Bem, o verdadeiro Bem,  que é o Deus que todos nós procuramos.

Ele ama-nos.

Ele criou-nos por amor e nós seguimo-Lo, mesmo que alguns descrentes não saibam ver Deus quando Ele se nos manifesta constantemente.

Nós seguimos Deus, esta fonte geradora e criadora de tudo, de todo o universo.

Sigamo-Lo, e, viveremos muito mais, se nos ajudarmos uns aos outros, se nos amarmos e nos abraçarmos num abraço fraterno e apertado, longo,  imenso, com a dimensão do universo!

Amando-nos, fraternalmente, construiremos um mundo melhor.

Venceremos!                                                                     

                                                       Zélia Chamusca

                                                              2020-04-07

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Todo o Planeta Destroem




Está a Terra bem coberta

de negro, tão negro céu,

nem réstia de azul aberta

sob o opaco negro véu.



Dizem ser as nuvens de água,

estas mentes maliciosas

Mas não são, com minha mágoa…

São mentes tão criminosas…



Todo o planeta destroem

e já está todo queimado…

As consciências não lhes doem,

à solta por todo o lado…



Estas mentes putrefactas

espalham a poluição

dando dinheiro aos magnatas

levados pela ambição…



Já lhes sumiu a moral

no fumo negro esvaída

por causarem tanto mal

nesta Terra destruída.



São nuvens negras, pesadas

que tapam a luz do sol

em sobrepostas camadas

de negro escuro lençol…



O nosso planeta Terra,

de negro, negro vestida

já não é como outrora era…

Está de luto a partida…

             «»

            Zélia Chamusca

sábado, 18 de abril de 2020

Há um Ser Superior que o Universo criou




Um destruidor humano

Entre os demónios imundo,

É o demente mais insano

Que quer destruir o mundo!



Maldito ser, desumano,

A destruir a humanidade!

Mas, garanto que é um engano,

Esta tão cruel  maldade!



Este dito ser humano

Que nem sequer ele é gente,

Comete um crime, este insano…

Energúmeno sem mente!



Há um Ser Superior

Que o Universo  criou

E  fez tudo  por amor,

Amor que Ele nos doou.



Irá p'ra sempre existir,

A  todos  sempre perdoou,

Mas, não deixará destruir

O que por Amor criou!

                «»                    
                        Zélia Chamusca
Poema de- Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google